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Sabado, 20 de Abril de 2024
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Saúde

Levantamento Aponta Situação de Alerta e Risco em Municípios Mineiros para Dengue, Zika e Chikungunya

Primeiro LirAa de 2024 revela necessidade urgente de ações contra o Aedes aegypti em Minas Gerais

Marcus Macedo
Por Marcus Macedo
Levantamento Aponta Situação de Alerta e Risco em Municípios Mineiros para Dengue, Zika e Chikungunya
Fábio Marchetto / SES-MG
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A Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES-MG) divulgou, nesta quinta-feira (29/2), os resultados preocupantes do primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LirAa/LIA) do ano, realizado entre 8 e 27 de janeiro. O estudo, crucial para a definição de estratégias contra o mosquito transmissor de dengue, chikungunya e zika, envolveu 808 municípios mineiros.

Dos municípios analisados, 137 apresentaram Índice de Infestação Predial (IIP) igual ou inferior a 0,9, indicando um cenário satisfatório e de baixo risco para a transmissão das doenças. Contudo, 366 municípios se encontram em estado de alerta e 305 em risco elevado, sinalizando uma urgente necessidade de ações preventivas e de controle.

Eduardo Prosdoscimi, subsecretário de Vigilância em Saúde da SES-MG, ressaltou que a maioria dos focos do Aedes aegypti está em ambientes domiciliares, especialmente em recipientes que acumulam água. Ele enfatizou a importância da mobilização coletiva no combate ao mosquito, destacando a necessidade de eliminar pontos de água parada dentro e ao redor das residências.

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O LirAa/LIA, além de mapear os locais e tipos de recipientes onde há proliferação do mosquito, orienta as ações de combate, destacando a prevalência de depósitos móveis, como vasos de plantas e pratinhos, entre os mais infestados. O levantamento também aponta para a relevância de lixo, sucatas e entulhos como criadouros potenciais.

Prosdoscimi ressaltou a importância de um esforço contínuo na prevenção, especialmente durante os períodos mais propícios à reprodução do mosquito, como a estação chuvosa. Ele pediu a colaboração de todos na eliminação de criadouros e na adoção de medidas simples, como a limpeza semanal de bebedouros de animais e a manutenção de calhas e ralos.

A SES-MG lembra que o combate ao Aedes aegypti é uma responsabilidade compartilhada, que exige a participação ativa da população, autoridades de saúde e agentes de combate a endemias. Ações como mutirões de limpeza e campanhas educativas são essenciais para reduzir os riscos de transmissão das arboviroses em Minas Gerais.

FONTE/CRÉDITOS: SES-MG - Secretaria de Estado de Saúde
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