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Segunda-feira, 18 de Maio 2026
Saúde

Anvisa aprova nova opção de tratamento para câncer de mama HER2-positivo no Brasil

Estudo que embasou a decisão da Anvisa revela melhora significativa no tratamento de casos avançados de câncer de mama.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Anvisa aprova nova opção de tratamento para câncer de mama HER2-positivo no Brasil
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira (18), uma nova indicação terapêutica para o medicamento Enhertu (trastuzumabe deruxtecana) no Brasil. Esta decisão expande as opções de tratamento para pacientes diagnosticados com câncer de mama HER2-positivo agressivo, especialmente em casos irressecáveis ou metastáticos, prometendo uma melhora clinicamente relevante.

O medicamento Enhertu, já disponível no Brasil para outras formas de câncer de mama, agora será empregado em combinação com o pertuzumabe. Essa nova abordagem é destinada ao tratamento de primeira linha para pacientes com câncer de mama HER2-positivo (IHC 3+ ou ISH+), abrangendo duas condições específicas.

Condições contempladas pela nova indicação

  • Irressecável: Quando a condição não pode ser completamente removida por meio de intervenção cirúrgica.
  • Metastático: Quando a doença se disseminou do local de origem para outras regiões do corpo.

O tipo HER2-positivo, que corresponde a cerca de 20% dos diagnósticos de câncer de mama, é conhecido por seu perfil clinicamente mais agressivo. Ele acarreta um risco elevado de progressão da doença e um prognóstico desfavorável, especialmente em estágios avançados ou metastáticos.

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Mesmo com os recentes avanços no tratamento, essa variante do câncer de mama frequentemente persiste como uma condição incurável. Isso a posiciona como um desafio significativo para a saúde pública global.

Conforme informações da Anvisa, a base para essa nova indicação terapêutica foi um estudo robusto. Ele demonstrou uma melhora clinicamente relevante e estatisticamente significativa na sobrevida livre de progressão da doença, reforçando a eficácia do tratamento.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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