Desde a tarde desta terça-feira (16), pessoas ligadas ao comércio realizam ‘greve de fome’ em frente à Câmara Municipal de Juiz de Fora. O movimento permanece com as manifestações durante todos os dias, até que o decreto de lockdown seja revogado.
O setor sofre diretamente os impactos causados pela adoção dessa medida anunciada no dia 07, pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF). Inicialmente o decreto teria duração de uma semana. Porém, desde o dia 13, Bicas Juiz de Fora, Cataguases e mais cinco microrregiões de Minas regrediram para a faixa roxa do Programa Minas Consciente.
Segundo Marcelo Reis, do setor alimentício, a manifestação reconhece que a situação na área da saúde é delicada. Ele enfatiza que o movimento não visa o lucro e, sim, a manutenção dos empregos. “O que queremos não é que abra tudo normalmente de uma hora para outra, mas sim a nossa liberdade, o nosso direito de trabalhar com dignidade, com os protocolos seguidos à risca. É o que mais nos preocupa nesse momento é a demissão que está acontecendo, no meu caso foram 3 demissões em uma semana, pessoas que dependiam do serviço para pagar as contas e sobreviver.”