Por Rcwtv
Foi movida uma ação do Ministério Público Federal (MPF) contra o Pastor da Igreja Quadrangular José Aparecido Alves. O crime ocorreu no Parque Nacional do Caparaó, situado na Serra do Caparaó divisa entre Minas Gerais e Espírito Santo.
O Pastor teria realizado a cerimônia religiosa acompanhado de mais 15 pessoas no dia 11 de janeiro deste ano. Na realização do ritual o Pastor fez uma fogueira para queimar os papeis de natureza religiosa. Para evitar danos na vegetação local o funcionário do Parque apagou a fogueira.
Essa pratica é enquadrada como crime ambiental segundo o artigo 40, da lei 9.605/95. Ao longo do Parque existem placas de proibição de modalidade.
O procurador da República em Cachoeiro de Itapemirim recomendou um acordo de não persecução penal (ANPP) pelos danos causados na área de preservação do Parque Nacional.
Por se tratar de um crime não violento ou de grave ameaça e com pena mínima menor que quatro anos, o procurador em Cacheiro de Itapemirim, Aldo de Campos Costa, submeteu o Pastor ANPP cujo o valor é de R$ 61.237,00 a ser depositado em conta Judicial criada pela Justiça Federal em Cachoeiro de Itapemirim.
