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A Justiça aceitou a denúncia oferecida pelo Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) contra um homem de 26 anos, tornando-o réu pelo homicídio de um policial penal. O crime ocorreu no dia 3 de agosto de 2025, dentro de um estabelecimento hospitalar localizado na região Centro-Sul de Belo Horizonte.
Em resumo:
- Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) contra homem de 26 anos.
- Réu é acusado de homicídio qualificado de policial penal e falsa identidade.
- Crime aconteceu em hospital na região Centro-Sul de Belo Horizonte em agosto de 2025.
O processo de número 5177683-53.2025.8.13.0024 registra os fatos. A vítima guardava o acusado. Ele estava internado desde 27 de julho. O denunciado aproveitou a proximidade no quarto. Ele iniciou uma luta corporal com o agente. Depois subtraiu a arma e disparou no tórax.
Dinâmica do crime e fuga do hospital
Conforme apurado pela 7ª Promotoria de Justiça do Tribunal do Júri de Belo Horizonte, após efetuar os disparos, o homem lavou as mãos ensanguentadas e vestiu o uniforme e o colete balístico da vítima. Em seguida, ele pegou uma bolsa com armas, carregadores e munições e fugiu do hospital.
O acusado tentou ocultar sua identidade na fuga. Ele se apresentou falsamente como policial penal. Conseguiu que uma testemunha pedisse um aplicativo. Contudo, o motorista obedeceu à ordem de parada emitida por policiais militares, resultando na abordagem e prisão em flagrante do suspeito.
Qualificadoras e desdobramentos judiciais
A denúncia assinada pelo promotor de Justiça Fabiano Mendes Cardoso aponta que o homicídio foi cometido com duas qualificadoras. A primeira qualificadora envolve recurso que dificultou a defesa. O réu surpreendeu o agente durante a custódia. Ele usou a relação de vigilância e confiança. A segunda refere-se ao fato de o crime ter sido praticado contra um agente integrante do sistema prisional no exercício de suas funções.
O homem responderá por homicídio perante a Justiça. Ele também responderá pelo crime de falsa identidade. A denúncia foi aceita pelo Poder Judiciário.
Atuação do Ministério Público e detalhes da denúncia
O Ministério Público de Minas Gerais ofereceu a denúncia formal. A acusação resultou na condição de réu. A atuação partiu de sua unidade especializada. O documento processual traz a assinatura do promotor de Justiça responsável pelo caso na capital mineira.
A peça acusatória detalha os desdobramentos legais a partir da aceitação por parte da Justiça, estruturando as acusações que vão desde a morte do agente penitenciário até a conduta adotada pelo indivíduo para tentar ocultar sua verdadeira identidade durante a ação.
Investigação e prisão em flagrante
O acusado usou pertences subtraídos durante a fuga. Ele se passou por policial penal para convencer terceiros. O objetivo era conseguir ajuda para escapar. A ação criminosa foi interrompida quando policiais militares ordenaram a parada do veículo por aplicativo em que ele estava, culminando na prisão imediata.
A atuação rápida das forças de segurança garantiu resultados. O material levado do hospital foi recuperado. Incluiu o armamento e os equipamentos de proteção. O indivíduo foi detido em flagrante trajando a própria farda do agente penitenciário que fazia sua custódia.
*Com informações oficiais de Ministério Público de MG (MPMG).
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