Aguarde, carregando...

Quinta-feira, 25 de Junho 2026
Carregando jogos...
Justiça

Gonet estabelece teto para 'penduricalhos' no Ministério Público após decisão do STF

O Supremo Tribunal Federal postergou para 25 de março a deliberação final acerca da interrupção dos pagamentos adicionais.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Gonet estabelece teto para 'penduricalhos' no Ministério Público após decisão do STF
© José Cruz/Agência Brasil
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.

O procurador-geral da República, Paulo Gonet, orientou os diversos segmentos do Ministério Público a assegurar que o pagamento de verbas adicionais retroativas esteja em conformidade com o limite remuneratório constitucional de R$ 46,3 mil.

Tais "penduricalhos" referem-se a benefícios que, quando acumulados ao vencimento básico, excedem o teto salarial estabelecido pela Constituição.

Essa diretriz foi detalhada em um documento encaminhado nesta segunda-feira (2) pelo Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), presidido por Gonet, ao ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Publicidade

Leia Também:

Na sexta-feira anterior (27), o ministro Mendes havia ratificado sua determinação que veda o desembolso de auxílios extras a integrantes do Ministério Público e dos Tribunais de Justiça, além de proibir manobras financeiras para antecipar repasses retroativos.

Adicionalmente, Mendes exigiu que o CNMP apresentasse explicações sobre a implementação de sua decisão.

Em resposta, a corregedoria do conselho esclareceu que a orientação visa impedir quaisquer pagamentos que excedam o limite constitucional.

O conselho explicou que "a diretriz determina que o montante total dos pagamentos retroativos não pode exceder o patamar mensal de R$ 46.366,19, com a interrupção dos pagamentos após o período de 45 dias estipulado na ADI n. 6.606/MG. Fica expressamente proibida a antecipação de valores previstos para meses futuros, assim como qualquer reorganização financeira que tenha por objetivo concentrar, acelerar ou expandir os desembolsos."

Durante a semana passada, o Supremo Tribunal Federal postergou para 25 de março a votação final das deliberações de Gilmar Mendes e Flávio Dino, as quais suspenderam o pagamento de benefícios adicionais em todos os Três Poderes.

FONTE/CRÉDITOS: André Richter - Repórter da Agência Brasil

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp RCWTV
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR