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Segunda-feira, 25 de Maio 2026
Juiz de Fora

Galeria Ruth de Souza abriga obras comtemporâneas

O trio de artistas propõe reflexões sobre os processos acionados a partir da palavra captura.Veja exemplos

Simone Carvalhal
Por Simone Carvalhal
Galeria Ruth de Souza abriga obras comtemporâneas
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Reunindo trabalhos de Augusto Henri, Guilherme Borges e Zaíra Tarin, a exposição “Captura” vai ocupar a Galeria Ruth de Souza, no Teatro Paschoal Carlos Magno, localizado na Rua Gilberto de Alencar, atrás da Igreja São Sebastião, Centro, Juiz de Fora, a partir do dia 9, sábado. A abertura acontece às 19h, e a visitação é gratuita e livre para todos os públicos, de terça a domingo, das 9h às 21h, até o dia 15 de janeiro de 2024.

O trio de artistas propõe reflexões sobre os processos acionados a partir da palavra captura, como: conquistar, delimitar, perder e ganhar. Redes, ziplocks (sacos com fechamento hermético) e encruzilhadas são postos como formas de representar o anseio de capturar o afeto, o vento, o tempo, o momento e a si mesmo.

Augusto Henri contribui com sua série “Chamaram de Banzo a dor da desgraça que nos causaram”, apresentando o corpo performático enquanto intermédio entre ação, pausa e movimento, retratado em impressões digitais em canvas. Nestas obras, acompanhamos a captação de momentos escultóricos-performáticos nos quais o tempo congela para desenhar ao vento o formato das redes alçadas em terra firme.

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“Você sabe que eu tentei consertar todas as coisas”, de Guilherme Borges, instala na galeria a presença de um símbolo clássico do amor romântico: as rosas vermelhas. Entretanto, elas aparecem sufocadas pelo passar do tempo em um ziplock. A mostra também apresenta outras obras do artista, como “Jogos de Azar”, que evoca a captura do dinheiro em apostas.

Já a série “A boa vontade”, de Zaíra Tarin, apresenta três fotografias digitais onde objetos naturais são posicionados configurando linhas e encruzilhadas, portais ou armadilhas, expograficamente posicionadas de modo a demarcar importantes pontos de transição entre os momentos da exposição.

O Teatro Paschoal Carlos Magno é mantido pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), com gestão direta da Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa). 

 

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