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Quinta-feira, 05 de Novembro 2026
Educação

Conselho tenta explicar novas regras para educação especial

Conselho tenta explicar novas regras para educação especial Resolução em debate na ALMG muda critérios para atuação de profissionais de apoio e atendimento.

Geraldo Gomes
Por Geraldo Gomes
Conselho tenta explicar novas regras para educação especial
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Conselho tenta explicar novas regras para educação especial Resolução em debate na ALMG muda critérios para atuação de profissionais de apoio e atendimento especializado. - Matéria em atualização “A gente tinha a obrigação social de atualizar a norma, de forma que os direitos conquistados ao longo dos últimos anos estivessem espelhados na resolução”, justificou Bruna Morato, do Conselho Estadual de Educação, sobre a publicação da Resolução CEE/MG nº 507, de 2026, objeto de debate da audiência pública da Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) que acontece na manhã desta quinta-feira (5/11/26). A norma alterou as regras para o atendimento especializado a estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas habilidades ou superdotação no sistema de ensino de Minas Gerais. A fala de Bruna Morato, contudo, foi recebida com críticas e manifestações dos participantes da reunião. “O conselho tinha a possibilidade de ter avançado na perspectiva da realidade”, lamentou a deputada Beatriz Cerqueira (PT), presidente da Comissão de Educação e autora do requerimento da audiência. A parlamentar ressaltou que a resolução foi construída sem a escuta das comunidades escolares impactadas. Professor de apoio permanece, garante secretaria Um dos principais pontos de crítica da resolução se refere à ausência de previsão do cargo de Professor de Apoio à Comunicação, Linguagem e Tecnologia Assistivas (ACLTA) na nova norma. Esses profissionais dão suporte a estudantes que precisam de recursos específicos de comunicação e acessibilidade.

A mudança levanta dúvidas sobre a continuidade desse atendimento. Bruna Morato explicou que a reformulação das funções acompanhou Marcos legais como a Lei Brasileira de Inclusão (Lei Federal nº 13.146/2015), os Decretos Federais nº 12.686 e nº 12.773, de 2025, e a Portaria do Ministério da Educação nº 421, de 2026. A conselheira afirmou ainda que, embora a função do professor de apoio não esteja prevista na resolução, não é função do conselho criar ou extinguir novos cargos e que a Secretaria de Estado de Educação (SEE) tem autonomia para tomar essa decisão. Representando a SEE, a diretora de Modalidades de Ensino e Temáticas Especiais da Secretaria de Estado de Educação, Suéllen Coelho, complementou a resposta e garantiu que não está na perspectiva da pasta extinguir a função de professor de ACLTA. “No momento, as contratações continuam da mesma forma, o auxílio aos estudantes em sala de aula será realizado pelos professores de apoio que já estão na nossa rede”, disse. Para a deputada Beatriz Cerqueira, a omissão da função na resolução do Conselho representa ainda assim uma ameaça. “Essa secretaria Pode nos dar uma resposta positiva e a próxima não dar”, lembrou. O deputado Cristiano Silveira (PT) cobrou que a secretaria Publique uma norma expressa garantindo a permanência da função do professor de apoio dentro da sala de aula. “A resolução não oferece a segurança que as famílias precisam”, ressaltou. Ele ainda refutou o argumento da conselheira Bruno Horato de que os Marcos legais da educação inclusiva não contemplem a figura do professor de apoio.

Em resumo:

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  • Conselho tenta explicar novas regras para educação especial Resolução em debate na ALMG muda critérios para atuação de profissionais de apoio
  • - Matéria em atualização “A gente tinha a obrigação social de atualizar a norma, de forma que os direitos conquistados ao longo dos últimos anos
  • A norma alterou as regras para o atendimento especializado a estudantes com deficiência, transtorno do espectro autista (TEA) e altas

Detalhes e apuração dos fatos

Fonte:Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

Informações complementares

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Fonte: Assembleia Legislativa de Minas Gerais

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FONTE/CRÉDITOS: Fonte: almg

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Jornalista, fundador, diretor-presidente e editor-geral da RCWTV, portal de notícias de Juiz de Fora e da Zona da Mata. Começou na TVE, a TV pública de Juiz de Fora, como diretor de imagem, empreendeu com a Gospel Videos e Produções e transformou a...

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