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Domingo, 16 de Junho de 2024
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Justiça

PF acha ordem de Bolsonaro para disparo de questionamento das eleições de 2022: ¨Repasse ao máximo¨

Investigação da Polícia Federal procura provas de Bolsonaro ter incitado tentativa de golpe em 08/01

Simone Carvalhal
Por Simone Carvalhal
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PF acha ordem de Bolsonaro para disparo de questionamento das eleições de 2022: ¨Repasse ao máximo¨
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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ) teria estimulado o repasse de fake news a um empresário, de acordo com relatório da Polícia Federal (PF). O texto da mensagem falsa insinuava, sem provas, fraudes no Tribunal Superior Eleitoral nas eleições de 2022, além de ataques ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso. Também havia a orientação para repassá-la “ao máximo”.

Entende-se que Bolsonaro estava questionando o resultado das eleições.

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Segundo informação do portal G1, a troca de mensagens  que ocorreu com o empresário Meyer Negri , fundador da empresa Tecnisa, que teve as investigações prorrogadas junto com o empresário Luciano Hang, dono da Havan, pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, teriam conteúdo pró- golpe, resta saber que mensagens são estas.

A troca de mensagens foi feita por meio do contato “PR Bolsonaro 8”, que alegava que o Datafolha “inflou” os números do então pré-candidato Lula para “dar respaldo” ao TSE.

No fim da mensagem, escrevia-se o comando “repasse ao máximo”, no que o empresário responde já ter feito. A PF acredita que o conteúdo da mensagem foi produzido para desacreditar o processo eleitoral brasileiro por meio da produção de notícias falsas.
 
 

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O grupo de WhatsApp citado por Guilherme Amado reunia grandes empresários de diversas partes do país, como Luciano Hang, dono da Havan; Afrânio Barreira, do Grupo Coco Bambu; José Isaac Peres, dono da gigante de shoppings Multiplan; José Koury, dono do Barra World Shopping, no Rio de Janeiro; Ivan Wrobel, da construtora W3 Engenharia; e Marco Aurélio Raymundo, o Morongo, dono da marca de surfwear Mormaii.

 José Koury, proprietário do shopping Barra World e com extensa atuação no mercado imobiliário do Rio de Janeiro, foi quem abordou o tema, de golpe de Estado, ao dizer que preferia uma ruptura à volta do PT.

Koury defendeu ainda que o Brasil voltar a ser uma ditadura não impediria o país de receber investimentos externos. “Prefiro golpe do que a volta do PT. Um milhão de vezes. E com certeza ninguém vai deixar de fazer negócios com o Brasil. Como fazem com várias ditaduras pelo mundo”, publicou.

O que acontece é quem disse isso foi Koury, por conta própria, não se tem informação, conversas de que Bolsonaro tenha concordado.

Cabe ao Ministro do STF, Alexandre de Moraes colher mais informações sobre o caso e a PF investigar se houve provas da participação de Bolsonaro na tentativa de golpe julgar com justiça.

 

 
 
 
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