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Quinta-feira, 05 de Novembro 2026
Brasil/Mundo

Operação contra fraudes eletrônicas prende 34 suspeitos em dez estados e no DF

Ação coordenada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul desarticula rede criminosa especializada em lavagem de dinheiro.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Operação contra fraudes eletrônicas prende 34 suspeitos em dez estados e no DF
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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Policiais civis efetuaram nesta quinta-feira (5) a prisão de 34 indivíduos suspeitos de integrar uma organização criminosa voltada a fraudes eletrônicas e lavagem de dinheiro. Batizada de "Operação Fortuna Reversa", a ofensiva foi coordenada pela Polícia Civil do Rio Grande do Sul e mobilizou agentes em dez estados e no Distrito Federal.

Do total de capturados, 32 ocorreram por mandados de prisão preventiva, além de uma captura em flagrante e uma prisão cível. As autoridades também apreenderam cinco veículos — sendo dois carros e três motos —, além de celulares, um notebook e 201 gramas de substância similar a crack.

As ordens judiciais foram cumpridas de maneira simultânea em várias regiões do Brasil. A ação contou com o suporte das polícias civis de Goiás, Mato Grosso, Tocantins, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Pará, Paraná, Maranhão e do Distrito Federal.

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Conduzida pela Delegacia de Polícia de Itaara (RS), a investigação começou após um golpe que gerou um prejuízo superior a R$ 1,2 milhão em uma casa lotérica local. Os trabalhos foram liderados pela delegada Carla Dolores Castro de Almeida.

“As medidas cumpridas nesta etapa permitirão o aprofundamento das investigações”, esclareceu a delegada, destacando que isso fortalece o combate ao crime organizado.

Ocultação de valores

A investigação revelou uma rede criminosa estruturada para movimentar e ocultar capitais obtidos de forma ilícita pelo país.

Estima-se que 41 pessoas participem do esquema. Elas utilizavam transações financeiras complexas para fracionar os recursos, o que dificultava o rastreamento feito pelas autoridades.

Para garantir a sincronia das diligências em âmbito nacional, a ofensiva teve o apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública.

O órgão atuou na articulação institucional entre as corporações estaduais, assegurando a integração necessária para o sucesso da operação integrada.

FONTE/CRÉDITOS: Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil

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