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Domingo, 24 de Maio 2026
Juiz de Fora

Mostra fotográfica “Deu Preto na Memória” celebra contribuições de negras e negros na história de JF

Uma exposição para honrar a presença negra em Juiz de Fora

Lara Cerqueira
Por Lara Cerqueira
Mostra fotográfica “Deu Preto na Memória” celebra contribuições de negras e negros na história de JF
Imprensa PJF
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A exposição "Deu Preto na Memória", organizada pela Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) em parceria com a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa), será inaugurada na quinta-feira, 23, às 18h30, no Espaço Cidade, no Paço Municipal (Avenida Rio Branco 2.234, Centro). Composta por 43 imagens criteriosamente selecionadas, a mostra é uma parte da Agenda Novembro Negro e permanecerá aberta ao público até 3 de dezembro, com entrada gratuita de terça a sexta-feira, das 10h às 18h, e aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 15h.

As fotografias foram gentilmente cedidas pelo público em resposta a um chamado lançado pela Funalfa. “Pedimos às pessoas que compartilhassem imagens de familiares e amigos, muitas das quais foram preservadas por gerações. Definimos o período até o final da década de 1970 e exigimos que as fotos retratassem pessoas pretas, capturadas em Juiz de Fora”, explica Fabio Domingos, fotógrafo e um dos curadores da exposição, ao lado de Selmara Balbino, ambos funcionários da Funalfa.

Fabio destaca o apoio de movimentos e instituições sociais ligadas às questões raciais na divulgação da convocatória. “Ficamos impressionados com a resposta do público. Recebemos mais de 450 imagens, de beleza extrema e relevância histórica e social. Começou então o desafio da seleção, pois a exposição estava planejada para cerca de 40 imagens.” Ele adianta que estão considerando a possibilidade de criar um banco virtual para disponibilizar todas as imagens recebidas.

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A exposição “Deu Preto na Memória” busca questionar o que é memória, qual memória desejamos preservar e qual desejamos suprimir. “Entre apagamentos deliberados, que resultam em esquecimentos, a herança histórica negra de Juiz de Fora persiste, apesar dos inúmeros obstáculos institucionais ao longo de nossa história”, destaca o curador. A coleção apresenta a presença negra em momentos de festividade, em interações sociais e em atividades profissionais. Algumas das fotos mais antigas remontam à década de 1920.

O projeto foi possível com o patrocínio do Fundo Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural (Fumpac). A cerimônia de abertura contará com uma apresentação de jongo pelo Grupo Makamba.

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Lara Cerqueira

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