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Defesa de envolvida em caso de morto em banco alega problemas de saúde ao pedir liberdade condicional

Erika foi detida ao tentar realizar a transação bancária com Paulo Roberto Braga, de 68 anos, falecido, na última terça-feira (16)

Ronã Guilherme
Por Ronã Guilherme
Defesa de envolvida em caso de morto em banco alega problemas de saúde ao pedir liberdade condicional
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A defesa de Erika de Souza Vieira Nunes, presa em flagrante após tentar sacar R$ 17 mil em um banco com o tio, morto, apresentou um pedido de habeas corpus nesta quinta-feira (18), buscando a revogação da prisão. Erika foi detida ao tentar realizar a transação bancária com Paulo Roberto Braga, de 68 anos, falecido, na última terça-feira (16).

 

Em imagens reveladas pelo portal G1, é possível ver Paulo Roberto Braga vivo, internado com pneumonia na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Bangu. Segundo a defesa, após receber alta da unidade na segunda-feira (15), ele acompanhou Erika em tentativas de obtenção de empréstimos e saques em financeiras.

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O recurso da defesa alega que, caso a prisão não seja revogada, Erika deveria responder em liberdade durante as investigações. Argumenta-se que a acusada é uma pessoa íntegra, de bons antecedentes, e não pretende atrapalhar as investigações. Além disso, ressalta-se que ela tem uma filha de 14 anos que necessita de cuidados especiais.

 

A defesa também enfatiza que Erika sempre foi honesta e trabalhadora, não havendo justificativa para a prisão preventiva. Destaca-se que os indícios contra Erika se baseiam apenas em alegações públicas de que ela teria tentado aplicar um golpe, o que é negado pela defesa.

 

No entanto, a juíza Rachel Assad da Cunha manteve a prisão de Erika durante audiência de custódia realizada nesta quinta-feira. A magistrada classificou a ação como "repugnante e macabra" e converteu a prisão em flagrante em preventiva. Destacou-se a clara intenção de Erika de obter dinheiro, mesmo diante da situação do tio.

 

A juíza salientou que era perceptível que o idoso não estava bem e questionou se Erika não percebeu isso. Alegou-se ainda que Erika afirmou ser cuidadora do idoso, mas não demonstrou preocupação com seu estado de saúde ao levá-lo ao banco.

 

O caso continua sendo investigado pela 34ª Delegacia de Polícia (Bangu), enquanto a defesa de Erika aguarda a análise do pedido de habeas corpus.

 

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FONTE/CRÉDITOS: G1
Ronã Guilherme

Publicado por:

Ronã Guilherme

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