Após a sanção da Lei que instituiu o trabalho remoto para grávidas enquanto durar o estado de calamidade de saúde por causa da Covid-19, foi preciso pensar em como adequar o trabalho de alguns setores. A maior dificuldade foi pensar na adaptação da rotina de trabalho da Central de regulação do SAMU, que recebe diariamente milhares de ligações, 24 horas por dia.
Segundo o texto sancionado pelo presidente da república no dia 13, a empregada gestante não poderá exercer suas atividades de forma presencial, mas ficará à disposição para trabalhar "em seu domicílio por meio de teletrabalho, trabalho remoto ou outra forma de trabalho à distância".
Entre os desafios a serem superados estavam: a complexidade do sistema, a integração entre os profissionais para a tomada de decisão e a tecnologia utilizada para que a chamada em tempo real permitisse a orientação médica longe da sede do SAMU - 192.
Após estudos e testes a rede conseguiu inovar e propiciou o trabalho remoto, interligado e em tempo real para uma médica que está esperando o primeiro filho. A instalação técnica foi bem sucedida e as médicas Camila e Priscila podem assumir o plantão e trabalhar de casa, resguardando assim a saúde de seus bebês.