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Quarta-feira, 29 de Abril 2026
Política

Centrais sindicais destacam fim da escala 6x1 em atos do 1º de Maio pelo país

Propostas para o fim da escala 6x1, incluindo uma do presidente Lula, avançam no Congresso Nacional.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Centrais sindicais destacam fim da escala 6x1 em atos do 1º de Maio pelo país
© José Cruz/Agência Brasil
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As centrais sindicais de todo o Brasil elegeram o fim da escala 6x1 como a principal reivindicação para os atos descentralizados que ocorrerão no 1º de Maio, Dia do Trabalhador. A mobilização visa pressionar por uma maior qualidade de vida e um melhor equilíbrio entre a vida profissional e pessoal dos trabalhadores, enquanto diversas propostas sobre o tema já tramitam no Congresso Nacional.

A pauta ganha força com a tramitação de várias iniciativas legislativas no Congresso. Inclusive, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou um projeto de lei com urgência constitucional, buscando não apenas o término da escala 6x1, mas também a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais.

Mobilizações na capital paulista

Na capital paulista, as centrais sindicais adaptarão suas celebrações. Impossibilitadas de utilizar a Avenida Paulista devido a eventos pré-agendados, elas ocuparão outros locais estratégicos para suas manifestações.

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A Central Única dos Trabalhadores (CUT) iniciará sua programação às 14h, no Paço Municipal de São Bernardo. Com o lema “Nossa luta transforma vidas”, o evento incluirá atividades políticas, culturais e de prestação de serviços.

O objetivo central é aprofundar o diálogo com a população e fortalecer a organização da classe trabalhadora em suas comunidades. As subsedes da CUT, em colaboração com sindicatos da Grande São Paulo, interior e litoral, promoverão iniciativas que combinam cidadania, cultura e mobilização social em bairros e municípios.

Entre as pautas urgentes da CUT para este 1º de Maio, destacam-se a redução da jornada de trabalho sem diminuição salarial, o combate ao feminicídio, o enfrentamento à pejotização e o fortalecimento das negociações coletivas. A central também defende a garantia de direitos para os servidores públicos.

A agenda da CUT ainda inclui a resistência contra a reforma administrativa e as privatizações, medidas que, segundo a entidade, comprometem serviços públicos essenciais e acentuam as desigualdades sociais.

A programação cultural da CUT contará com a presença de diversos artistas, como Gloria Groove, MC IG, Filho do Piseiro, Grupo Intimistas, Grupo Entre Elas, Marquinhos Sensação, Grupo SP5, Grupo Razão, Don Ernesto, Samba de Luz, Samba e Amigos, Alex Rocha, Gordinho da Pisada, Kadu do Piseiro e Hyaguinho Vaqueiro.

A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) concentrará seus participantes na Praça Franklin Roosevelt, a partir das 9h. A CTB enfatiza que o 1º de Maio deste ano transcende a celebração, tornando-se um momento crucial de pressão social por transformações reais.

Conforme a CTB, a agenda de destaque incluirá o combate à precarização do trabalho, a urgência de políticas públicas para impulsionar a economia e a defesa de direitos fundamentais que assegurem dignidade à população trabalhadora.

A União Geral dos Trabalhadores (UGT) marcará a data com o lançamento da 12ª edição da Expo Paulista na Avenida Paulista. A exposição, em homenagem ao Dia do Trabalhador, apresentará 30 painéis criados pelo estilista mineiro Ronaldo Fraga, sob o tema “Isto É Conquista: Lutas e Vitórias do Trabalhador Brasileiro”.

Considerada a maior exposição a céu aberto da América Latina, a Expo Paulista ficará em cartaz até 31 de maio. Espera-se que a mostra atraia cerca de 1,5 milhão de visitantes diariamente.

“A exposição propõe uma reflexão visual sobre o universo do trabalho, suas transformações e desafios que contam a história do trabalhador brasileiro”, destaca a UGT. A cerimônia de abertura ocorrerá às 9h, no Blue Note, localizado no Conjunto Nacional, na Avenida Paulista 2073.

Por sua vez, a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) organizará seus atos em diversas cidades do estado de São Paulo, como Araçatuba, Itatiba, Ribeirão Preto e Osasco.

A CSB explica que essa nova abordagem permite que sindicatos, federações e confederações realizem eventos em suas respectivas regiões de atuação. Isso proporciona maior visibilidade às reivindicações dos movimentos e um contato mais direto com os trabalhadores, ampliando significativamente a mobilização das bases.

FONTE/CRÉDITOS: Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

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