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Quarta-feira, 13 de Maio 2026
Justiça

Senador Ciro Nogueira é alvo em nova fase da Operação Compliance Zero contra corrupção

A Polícia Federal cumpre mandados em Piauí, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal em endereços vinculados aos investigados.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Senador Ciro Nogueira é alvo em nova fase da Operação Compliance Zero contra corrupção
© Paulo Pinto/ Agência Brasil
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Nesta quinta-feira (7), a Polícia Federal deflagrou a 5ª fase da Operação Compliance Zero, cumprindo um mandado de prisão temporária e dez de busca e apreensão. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) está entre os investigados, em uma ação que visa aprofundar as apurações sobre um esquema de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. As operações ocorrem simultaneamente no Piauí, São Paulo, Minas Gerais e no Distrito Federal.

As medidas, que incluem buscas e uma prisão temporária, foram autorizadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Além disso, a decisão judicial do STF determinou o bloqueio de bens, direitos e valores dos envolvidos, totalizando R$ 18,85 milhões.

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Conforme informações da PF, a atual fase da operação busca detalhar o funcionamento de um complexo esquema envolvendo corrupção, lavagem de dinheiro, atuação de organização criminosa e delitos contra o Sistema Financeiro Nacional.

Compliance Zero

A fase anterior da Operação Compliance Zero, ocorrida em 16 de abril, resultou nas prisões preventivas de Paulo Henrique Costa, ex-presidente de um banco público do Distrito Federal, e do advogado Daniel Monteiro.

Este último é apontado como o articulador jurídico-financeiro do esquema fraudulento idealizado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, proprietário do Master, que já se encontra detido desde março.

Nas quatro fases iniciais da Compliance Zero, a Polícia Federal executou 96 mandados de busca e apreensão em seis unidades federativas: Bahia, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo.

A pedido da PF e do Ministério Público (MP), a Justiça já havia determinado o sequestro ou bloqueio de bens patrimoniais dos suspeitos, alcançando a impressionante cifra de R$ 27,7 bilhões, além do afastamento de investigados de funções públicas.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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