Neste domingo, cerca de 158,7 milhões de cidadãos aptos vão às urnas em todo o Brasil para as eleições de 2026. A votação, organizada pela Justiça Eleitoral, ocorre das 8h às 17h (horário de Brasília) e definirá os novos rumos do país ao escolher representantes para o Executivo e o Legislativo.
Os eleitores decidirão os ocupantes de cargos cruciais que impactam diretamente serviços essenciais como saúde, educação, segurança pública e economia. Caso haja necessidade de segundo turno para os cargos de presidente e governador, a nova votação está agendada para o dia 25 de outubro.
Cargos em disputa e ordem de votação
Neste pleito, os cidadãos escolherão candidatos para seis cargos diferentes. A ordem na urna eletrônica começa com deputado federal, seguido por deputado estadual (ou distrital), dois senadores, governador e, por fim, presidente da República.
Orientações importantes para o eleitor
A Justiça Eleitoral orienta que os eleitores verifiquem com antecedência seus locais de votação. O uso do aplicativo e-Título é recomendado, assim como levar uma "cola" em papel com os números dos candidatos. Vale destacar que o uso de celulares na cabine de votação é estritamente proibido.
Recorde de eleitores e candidaturas
Este pleito registra o maior eleitorado da história nacional, com 141.321.493 cidadãos cadastrados biometricamente (89,01% do total). Entre os aptos, há 605,8 mil jovens de 16 anos e pouco mais de 1 milhão de 17 anos, para os quais o voto é facultativo. A Justiça Eleitoral contabiliza cerca de 21 mil candidaturas registradas.
Distribuição das candidaturas
A maior parte dos registros concentra-se nas assembleias legislativas, com cerca de 11,7 mil concorrentes, sendo 11,3 mil para deputado estadual e 433 para deputado distrital. Para a Câmara dos Deputados, a Justiça Eleitoral contabilizou 7.803 candidatos aptos a disputar o pleito federal.
O voto como pilar democrático
A consolidação do voto universal é uma conquista histórica recente, assegurada pela Constituição de 1988. Setores como analfabetos, mulheres e indígenas já foram privados desse direito no passado. Hoje, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) reforça que o voto representa a expressão máxima da cidadania no país.

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