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Sexta-feira, 12 de Abril de 2024
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Policial

Operação da Polícia Civil de Minas Gerais mira grupo familiar suspeito de lavagem de dinheiro através de empresa de factoring

Polícia Civil de Minas Gerais realiza operação contra esquema criminoso que causou prejuízo de R$ 115 milhões desde 2003

Redação
Por Redação
Operação da Polícia Civil de Minas Gerais mira grupo familiar suspeito de lavagem de dinheiro através de empresa de factoring
PCMG / Divulgação
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Na manhã de hoje (4/8), a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) conduziu uma operação para combater a lavagem de dinheiro e sonegação fiscal, investigando um grupo familiar envolvido com uma empresa de factoring. Nove mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Belo Horizonte e Contagem, resultando na prisão em flagrante de um dos investigados. Durante as buscas, foram apreendidos uma arma de fogo, R$ 80 mil em dinheiro, notas promissórias que totalizam quase R$ 800 mil e diversos cheques assinados em branco.

As investigações, conduzidas pela delegada Fernanda Fiúza, da 2ª Delegacia de Polícia Civil Sul, tiveram início a partir de denúncias que indicaram a existência de um esquema criminoso familiar movimentando grandes quantidades de dinheiro em operações de factoring e, posteriormente, lavando o dinheiro obtido e sonegando impostos. Estima-se que o grupo tenha causado um prejuízo de aproximadamente R$ 115 milhões desde 2003, quando começou a operar o esquema. O levantamento contou com o auxílio do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf).

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O esquema inicialmente envolvia a prática de usura, conhecida popularmente como agiotagem, na qual juros abusivos eram cobrados em empréstimos. O dinheiro arrecadado com os juros era posteriormente lavado por meio de empresas de fachada. Essas empresas eram fechadas e novas abertas para dar continuidade ao esquema criminoso.

Além da lavagem de dinheiro, a PCMG investiga o grupo por crimes de sonegação de impostos. Uma das empresas investigadas já possui ação judicial em andamento por esse delito.

Os levantamentos da polícia apontaram que dois irmãos eram sócios de uma empresa, enquanto outros membros da família eram utilizados como laranjas para lavagem de capitais, e outros atuavam diretamente no mecanismo da fraude. O grupo criminoso tinha um escritório que operava na Ceasa (Central de Abastecimento) de Contagem, servindo como sede fechada do esquema.

Durante a apreensão realizada nesta sexta-feira, os mandados judiciais foram cumpridos nas residências dos três irmãos e na sede do grupo na Ceasa. Um dos homens foi preso em flagrante por lavagem de dinheiro e usura, podendo enfrentar pena de até 12 anos de prisão.

As investigações seguem em andamento para conclusão do inquérito policial.

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FONTE/CRÉDITOS: ASCOM - PCMG
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