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Segunda-feira, 25 de Maio 2026
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Comércios de São Paulo devem realizar dedetização periódica

Normas sanitárias exigem controle de pragas em estabelecimentos comerciais com grande circulação de pessoas

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Comércios de São Paulo devem realizar dedetização periódica
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A dedetização periódica integra as normas de segurança sanitária exigidas para diversos segmentos comerciais em São Paulo. Restaurantes, hotéis, hospitais e escolas devem manter rotinas preventivas para preservar as condições de higiene e reduzir riscos à saúde pública.  

A legislação paulista e as diretrizes da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinam que o monitoramento de vetores faça parte da rotina operacional das empresas, funcionando como medida preventiva contra infestações e contaminações. 

A ausência desse acompanhamento pode provocar perdas de mercadorias, interdições e processos administrativos. As regras relacionadas ao tema estão previstas na Lei Municipal nº 12.268 e na RDC nº 622/2022 da Anvisa.

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A RDC nº 622/2022 também estabelece critérios para funcionamento de empresas especializadas no controle de pragas urbanas, incluindo capacitação técnica das equipes, emissão de certificados e rastreabilidade das aplicações realizadas. A regulamentação prevê ainda a adoção de métodos capazes de minimizar impactos à saúde humana, aos animais e ao meio ambiente. As medidas fazem parte das políticas nacionais de boas práticas sanitárias adotadas em estabelecimentos considerados mais sensíveis do ponto de vista sanitário. 

Diógenes Renato, diretor técnico e responsável comercial da Desentupidora e Dedetizadora Suporte, afirma que as ações preventivas deixaram de ser apenas uma solução corretiva e passaram a integrar a gestão de segurança sanitária das empresas. 

“O controle de pragas precisa funcionar de maneira contínua. Quando a empresa espera o problema aparecer para agir, o prejuízo financeiro e o risco à saúde já aumentaram consideravelmente”, explica.

Segundo o especialista, a periodicidade das aplicações varia conforme o perfil do estabelecimento e o nível de exposição ao risco. Restaurantes e indústrias alimentícias exigem intervenções mensais. Hospitais necessitam de acompanhamento quinzenal em áreas de descarte de resíduos e mensal nos setores internos. Já escolas e hotéis costumam operar com intervalos trimestrais ou semestrais, dependendo da estrutura física e da circulação de pessoas no ambiente.

As consequências do descumprimento das exigências sanitárias podem ser severas. A Vigilância Sanitária pode aplicar multas superiores a R$ 100 mil e até determinar o fechamento do imóvel em casos de infestação ativa. 

Além disso, situações envolvendo contaminação alimentar podem gerar responsabilização criminal dos proprietários. Estudos sobre saúde pública apontam que insetos e roedores podem transportar bactérias, fungos, vírus e parasitas em superfícies e alimentos, ampliando os riscos de contaminação em ambientes coletivos.

Entre as ocorrências mais comuns em ambientes comerciais estão baratas, ratos, formigas, moscas e percevejos. Diógenes Renato explica que restaurantes costumam enfrentar problemas com barata-francesinha e camundongos, enquanto hospitais lidam com formigas e moscas em áreas sensíveis. Nos hotéis, os percevejos de cama estão entre as principais reclamações, já que podem provocar dermatites e comprometer a experiência dos hóspedes. 

Os impactos das pragas urbanas vão além do desconforto visual e representam um problema de saúde pública. Dados divulgados pela Hidrosam apontam que o Brasil registrou mais de 1,6 milhão de casos prováveis de dengue em 2023, crescimento de 16,8% em relação ao ano anterior. O avanço amplia o alerta para ambientes comerciais que exigem acompanhamento contínuo das condições de higiene. Já a leptospirose, associada principalmente à urina de roedores infectados, registra cerca de 3,2 mil casos humanos por ano no país, com taxa de letalidade próxima de 12%. 

Além do manejo periódico, Diógenes Renato reforça que outras medidas preventivas são fundamentais para manter ambientes protegidos. Entre elas estão a instalação de telas milimetradas em janelas, utilização de ralos com fechamento mecânico, descarte correto de resíduos orgânicos em lixeiras vedadas e higienização semestral das caixas d’água com validação laboratorial.

O armazenamento adequado de alimentos também integra os protocolos sanitários. Insumos devem permanecer longe do chão e das paredes, preferencialmente em recipientes resistentes e ambientes monitorados.

Diógenes Renato destaca que o gerenciamento contínuo exige acompanhamento técnico especializado. De acordo com o diretor técnico da Desentupidora e Dedetizadora Suporte, o trabalho envolve emissão de laudos, inspeções periódicas e orientações voltadas ao cumprimento das normas sanitárias. 

“O gerenciamento de pragas deve ser tratado como um custo fixo da operação, assim como energia elétrica ou aluguel. O investimento em dedetização preventiva custa menos do que uma intervenção emergencial ou o fechamento temporário do estabelecimento”, afirma.

Ele explica que o monitoramento técnico do imóvel ajuda a identificar frestas, vazamentos e outros pontos vulneráveis à entrada de insetos e roedores. 



Website: https://www.desentupidorasuporte.com.br/dedetizadora-sp
FONTE/CRÉDITOS: DINO

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