O Ministério Público de
Ação fraudulenta em consultório e dinâmica dos fatos
As vítimas eram mães e responsáveis por alunos assistidos pela instituição. Segundo o órgão ministerial, o acusado se aproveitava da qualificação técnica e da confiança estabelecida no acompanhamento dos alunos para convocar as mulheres ao consultório, utilizando o pretexto de repassar orientações sobre exercícios a serem aplicados aos filhos.
Durante as sessões individuais, o denunciado simulava procedimentos de avaliação fonoaudiológica e aplicava supostos exercícios respiratórios para executar atos de conotação sexual sem o consentimento das vítimas. Relatos colhidos na apuração indicam que o acusado mantinha a porta do consultório trancada e que as mulheres tentavam se afastar ao perceber o comportamento inadequado do profissional.
Procedimento criminal e pedidos de indenização
As denúncias foram formalizadas perante as autoridades competentes, dando origem ao inquérito da
Na peça acusatória, o MPMG requer a condenação do réu pelas seis ocorrências de violação sexual mediante fraude em concurso material. A promotoria solicitou também a fixação de uma reparação financeira mínima de R$ 10 mil a título de indenização para cada uma das seis vítimas impactadas pelas condutas do denunciado.

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