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Minas Gerais tornou-se o primeiro estado brasileiro a alcançar 2 gigawatts de capacidade instalada em geração solar centralizada, conforme dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) citados no anúncio do marco. Nesse levantamento, o território mineiro concentrava 26,8% da capacidade nacional dessa modalidade, formada por grandes usinas fotovoltaicas. O resultado destacou a participação do estado na expansão das fontes renováveis, embora os números retratem o período do anúncio e não constituam uma atualização de 2026.
Atuação das autoridades e dinâmica da ocorrência
Os empreendimentos em funcionamento estavam distribuídos por 18 municípios, com destaque para Janaúba, Pirapora, Jaíba e Paracatu em potência outorgada. O balanço também relacionava 750 projetos em construção ou ainda sem obras iniciadas. Caso toda essa carteira fosse concretizada, a capacidade estadual poderia alcançar 35 GW. Essa projeção, entretanto, dependia da execução dos investimentos previstos e não representava energia já disponível. O texto que divulgou o resultado apresenta divergência sobre o total de usinas operacionais, mencionando tanto 66 quanto 67 unidades.
Providências adotadas e desdobramentos legais
Entre as iniciativas estaduais associadas ao avanço está o programa Sol de Minas, voltado à atração de empreendimentos, à capacitação de gestores municipais e ao aperfeiçoamento das condições para investimentos. O anúncio também citava incentivos fiscais e medidas relacionadas ao licenciamento ambiental. Além da atividade econômica e dos empregos vinculados ao setor, a expansão solar integra a agenda climática mineira, que inclui o compromisso de buscar emissões líquidas zero de gases de efeito estufa até 2050.
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