O método de seleção pode trazer muitas dúvidas e insegurança ao candidatos. Algumas empresas estão adotando o uso de uma plataforma de recrutamento na seleção dos interessados na vaga de emprego.
Os testes são realizados através de jogos online, que incluem tarefas como questionários de conhecimento, quiz sobre sua personalidade, desafios cronometrados e que pedem para vincular emoções a expressões faciais, entre outras tarefas. O resultado é analisado por um software de inteligência artificial, que escolhe os aprovados e rejeitados.
Com a pandemia, a tecnologia tem sido cada vez mais usada. Ela permite que o setor de RH dinamize o processo, e reduza o trabalho operacional dos gestores, que pode focar em questões mais estratégicas.
As tecnologias, principalmente a Inteligência Artificial, trazem a padronização e objetividade na avaliação das habilidades dos candidatos. O processo se baseia em métricas, dados e indicadores.
A plataforma também divulgam as vagas na internet e geram um banco de dados com os currículos enviados. A empresa consegue definir um perfil personalizado para cada vaga/área disponibilizada, aumentando a precisão na escolha.
Agora é preciso refletir se esse processo consegue ocorrer de forma efetiva, sem perder o caráter democrático na definição de algoritmos e sem tornar as relações profissionais cada vez mais impessoal.
Empresas que vendem o serviço prometem que sistema é democrático ao selecionar os candidatos com base em dados, ao invés de usar apenas a intuição do recrutador e tempo de experiência. Também garantem melhora na experiência do candidato.
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