O Hospital Eduardo de Menezes (HEM), unidade integrante da Fundação Hospitalar do Estado de Minas Gerais (Fhemig), iniciou neste mês de março (19/03) a oferta do ecocardiograma transesofágico (Ecote). A implementação do exame marca um avanço na capacidade diagnóstica da instituição, que é referência estadual no tratamento de patologias infectocontagiosas.
Precisão diagnóstica e tecnologia
Diferente do modelo convencional, o Ecote funciona de forma semelhante a uma endoscopia, utilizando um transdutor introduzido pelo esôfago. Segundo o cardiologista Gustavo Fidelis, essa técnica permite visualizar o coração com maior riqueza de detalhes, eliminando interferências das estruturas do tórax. O procedimento é fundamental para investigar infecções nas válvulas cardíacas (endocardite), malformações e a presença de coágulos.
Benefícios para os usuários do SUS
A chegada do equipamento ao HEM traz melhorias diretas na assistência aos pacientes internados, inclusive os que estão em estado grave. Antes da implantação, era necessário o deslocamento dos usuários para outras unidades de saúde. Agora, o exame é realizado no próprio bloco cirúrgico do hospital, sob sedação e acompanhamento de equipe anestésica, garantindo segurança e rapidez na definição das condutas terapêuticas.
Fortalecimento da rede estadual
Para a diretora do HEM, Virginia Andrade, a novidade reforça o compromisso da unidade com a qualidade do Sistema Único de Saúde (SUS). A oferta interna do exame possibilita tratamentos mais direcionados e melhores desfechos clínicos, especialmente para pacientes que possuem o coração como foco de infecções sistêmicas.
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