O governador Romeu Zema participou, nesta quinta-feira (2/10), em Montes Claros, no Norte de Minas, da cerimônia de encerramento do Exercício Simulado de Atendimento a Foco de Febre Aftosa. A iniciativa, realizada pelo Governo de Minas por meio do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), contou com apoio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e a presença de representantes de outros 21 estados brasileiros e de países sul-americanos.
Durante dez dias, equipes do IMA e de órgãos parceiros executaram todos os protocolos previstos no Plano de Contingência para Febre Aftosa, em níveis tático e operacional. O objetivo foi testar e reforçar as medidas que devem ser adotadas em um eventual caso da doença.
Romeu Zema destacou a relevância do treinamento:
“Uma simulação como esta é de fundamental importância, porque é neste tipo de treinamento que se pode detectar se algo não funcionou 100% e fazer ajustes. É algo que deve ser feito periodicamente para que o estado continue sendo referência em segurança sanitária”, afirmou o governador.
Em maio de 2025, Minas Gerais foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) como Zona Livre de Febre Aftosa Sem Vacinação. A doença não é registrada no estado desde 1996.
Segundo o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Thales Fernandes, os investimentos em defesa agropecuária têm garantido resultados expressivos. Ele ressaltou que a suspensão da vacinação trouxe economia anual estimada em R$ 700 milhões para os produtores mineiros.
A escolha de Montes Claros para a simulação se deve à relevância da cidade no setor pecuário. As atividades seguiram o padrão de uma situação real: diante de notificações simuladas de casos suspeitos, fiscais coletaram amostras em animais com sinais clínicos típicos, como febre, aftas e queda na produção.
Foram registradas duas notificações fictícias, em Montes Claros e Capitão Enéas. A partir delas, foram implantadas barreiras sanitárias, identificados casos prováveis e confirmados quatro focos simulados por critério clínico-epidemiológico. As ações também envolveram atividades educativas e de comunicação para conscientizar produtores e sociedade.
A diretora-geral do IMA, Luiza de Castro, ressaltou o impacto do exercício:
“Hoje, nós coroamos uma longa trajetória na qual, a partir do trabalho técnico no campo e dos investimentos que este governo trouxe na área da defesa agropecuária, tivemos a oportunidade de demonstrar nossa capacidade de atendimento a foco de febre aftosa”, disse.
Entre as novidades apresentadas no simulado esteve um aplicativo desenvolvido em parceria com a Universidade Federal de Lavras (Ufla). O recurso digital funciona como uma rede social voltada para emergências sanitárias, permitindo o acompanhamento em tempo real de atividades, distribuição de equipes, mapeamento de áreas e orientações gerais.
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