O delegado da Polícia Federal, Willan Tito Schuman Marinho, pediu afastamento do país e passará a atuar em Paris. Em 2021, ele comandou o inquérito que apurou se Bolsonaro cometeu crime de prevaricação
O então presidente havia sido acusado, por integrantes da CPI da covid de não informar às autoridades interesses escusos, por parte de aliados, na compra da vacina Covaxin pelo Ministério da Saúde. O caso foi levado a público pelo ex-deputado Luis Miranda.
O inquérito foi aberto por determinação da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF). O relatório de Schuman, no entanto, livrou Bolsonaro das acusações.
Schuman, que já atuou na Lava Jato, foi autorizado, pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, a realizar teletrabalho diretamente de Paris. De acordo com o MJ, Marinho foi incluído no “programa de gestão como alternativa à concessão de licença por motivo de afastamento do cônjuge.
