Arthur Wentz e Silva
Em uma de suas crônicas mais importantes, Clarice Lispector nos apresenta a vergonha. Para ela “há pessoas que tem vergonha de viver”. Assim, a compreensão da essência humana e da vergonha, por si, fica intacta no imaginário social. O que e por que se envergonhar?
A vergonha, descrita como o medo de ser, medo de se mostrar, e escolher ser invisível para evitar críticas. É apontada pela psicológica como um dos grandes impasses para o autoconhecimento, pois não permite o pensamento e o desenvolvimento do respeito a si mesmo e da autoestima.
Mestre Bueno do Barão, um aliado da Magia e com grandes conhecimentos sobre a espiritualidade, defende reflexões significativas acerca do impasse da vergonha. Ele que é um simpatizante do autoconhecimento e da reflexão das ações chega com uma sapiência e entendimento gigante acerca.
Para Bueno, “A vergonha é um dos sentimentos de mais baixa vibração que um ser humano pode ter e a timidez está vibrando ali ao lado, a vergonha acontece quando fazemos algo de que não nos orgulhamos apropriadamente. E a timidez quando não temos confortabilidade dentro de quem somos”.
A vergonha, hoje encontram-se em um dos motivos para muitas pessoas não procurem o que gostam de fazer, e tenham um medo absurdo de se jogar em perspectivas novas e desejafas. Além, de ser um fator para que pensamentos geniais não sejam devidamente reconhecidos e compartilhados com as demais pessoas.
Ele ressalta, portanto, que existem caminhos para esquecer esse sentimento: “Para combater vergonhas, bom, basta que ajamos corretamente, com virtudes e com sabedoria.” Ele enfatiza ainda que timidez é diferente de vergonha. “Tímidos geralmente não tem felicidade no amor, embora normalmente trabalhem muito bem e são felizes trabalhando. Mas para o amor, há de se considerar superar a timidez. Já pessoas que tem vergonha constantemente é porque fazem coisas que não dão orgulho a elas mesmas constantemente, podem até ser felizes no amor, porque são desinibidas e se comunicam, mas não conseguem (em ressonância — frequência telúrica) sucesso financeiro. Não importa o que façam”, ele afirma.
A muito a que se pensar em caminhos e estratégias para deixar de lado a vergonha. Talvez o autoconhecimento, a reafirmação de identidades e o condicionamentos dos pensamentos e virtudes. Entretanto, como vimos, essa vergonha ela é prejudicial dos mais diversos pontos de vista, inclusive do ponto de vista religioso.
Para o Mestre, há caminhos para lutar contra a vergonha e promover assim uma vida melhor com mais bem-estar, afirma que: “Para combater vergonhas, bom, basta que ajamos corretamente, com virtudes e com sabedoria. E para não ter timidez precisamos aceitar quem somos e trabalhar nossas qualidades e defeitos dentro disso”.
Assim, trabalhar consigo mesmo e com suas relações interiores, compõe, portanto uma série de condicionamentos para uma vida melhor, basta conhecer a si mesmo e procurar entender como funcionam os seus processos interiores. É preciso destravar essa condição vergonhosa para garantir uma grande virtude de se comunicar com o restante do mundo, mostrando toda a genialidade e potência que se tem guardado.
Em @mestrebuenodobarao, você encontra conteúdos diversos sobre espiritualidade e magia, além de se inteirar de assuntos reflexivos e filosóficos reiterados, como tempo, vergonha, amor, etc. Ele também abre as vidas em um perfil fechado, pelo @reinaldobuenofilho, onde compartilha um pouco de sua rotina com a gente.
