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Sábado, 23 de Maio 2026
Policial

Polícia Civil reforça rede de proteção e discute o enfrentamento à violência de gênero em Minas Gerais

Ações educativas da polícia articulam canais de denúncia, prevenção e mecanismos da Lei Maria da Penha para proteger mulheres em municípios mineiros

Érika Lima
Por Érika Lima
Polícia Civil reforça rede de proteção e discute o enfrentamento à violência de gênero em Minas Gerais
PCMG/Divulgação
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A Polícia Civil de Minas Gerais participou de palestras e debates sobre o enfrentamento à violência de gênero e a expansão de mecanismos de proteção em Carandaí para conscientizar a população e romper o ciclo de abusos domésticos.

A atuação estratégica das forças de segurança ocorreu durante as atividades da Semana da Equidade, realizada em Carandaí, no Campo das Vertentes. O encontro, promovido pela Prefeitura Municipal e pela Câmara de Vereadores, reuniu diversas instituições públicas com foco em pautas sobre cidadania, igualdade e segurança pública.

Articulação institucional e repressão ao crime

A comissão que representou a instituição contou com o delegado regional em Barbacena, Saulo do Prado, o perito criminal Romildo Guerra, da Divisão de Perícias do Interior da Superintendência de Polícia Técnico-Científica (SPTC), e a investigadora Lucilena Santos, da Delegacia de Polícia Civil em Conselheiro Lafaiete.

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Durante o debate, a equipe técnica ministrou uma palestra detalhada sobre a violência de gênero e os impactos severos causados por esse tipo de conduta criminosa nos ambientes social e educacional. Foram abordados aspectos jurídicos e operacionais da Lei Maria da Penha, além do funcionamento prático das medidas protetivas de urgência fornecidas às vítimas.

De acordo com as autoridades, as ações educativas exercem papel fundamental para aproximar a comunidade e os órgãos de segurança. A difusão de informações qualificadas sobre as consequências jurídicas para os agressores e o acolhimento adequado servem para encorajar denúncias e evitar a evolução de conflitos para crimes letais, como o feminicídio.

Dados de violência contra a mulher

Estudos nacionais recentes apontam que cidades menores necessitam de atenção redobrada na articulação de suas redes de proteção. Municípios com até 100 mil habitantes concentram cerca de metade dos casos de violência letal contra mulheres no país, cenário que reforça a urgência de debates e monitoramento contínuo nas regiões do interior do estado.

O fortalecimento do fluxo de atendimento e a integração com outras cidades polos da Zona da Mata e Campo das Vertentes, incluindo as estruturas de suporte de Juiz de Fora, auxiliam no monitoramento de ameaças e no suporte psicossocial às famílias vulneráveis.

Insight RCWTV

A interiorização de debates sobre crimes de gênero é uma medida indispensável. O deslocamento de peritos, delegados e investigadores de diferentes comarcas (como Barbacena e Conselheiro Lafaiete) para municípios menores demonstra que a segurança pública no interior mineiro depende de redes móveis integradas de acolhimento. Educar e descentralizar o acesso à informação é o caminho mais rápido para suprir a ausência de delegacias especializadas fixas nas pequenas cidades.

FAQ

O que define a violência de gênero perante a lei brasileira? A violência baseada no gênero envolve qualquer ação ou omissão que cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual, psicológico ou dano patrimonial à mulher, motivada pela sua condição de gênero em ambiente doméstico, familiar ou de relação íntima.

Como solicitar uma medida protetiva de urgência no interior do estado? A vítima pode se dirigir a qualquer delegacia da Polícia Civil ou utilizar os canais digitais oficiais do governo para registrar a ocorrência. O pedido é encaminhado ao juiz competente, que deve analisar e emitir uma decisão em caráter de urgência.

Quais são os canais disponíveis para denunciar agressões contra mulheres? As denúncias urgentes devem ser feitas diretamente à Polícia Militar pelo telefone 190. Para relatos, orientações e registros anônimos de abusos de forma centralizada, a população conta também com o Ligue 180, serviço gratuito disponível em todo o território nacional.


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FONTE/CRÉDITOS: Assessoria de Comunicação da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), Indicadores do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP)

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Érika Lima

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Érika Lima

Estudante de Jornalismo apaixonada por contar histórias que importam. Acredito no poder da comunicação para informar, inspirar e provocar mudanças. Comprometida com a verdade e a clareza em cada palavra.

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