Em 2022 diversas ações da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) na área da Educação se destacaram. Tanto no âmbito pedagógico, quanto no atendimento às demandas da população o município, de forma inédita, atuou para a melhoria dos serviços.
Fila de Creches Zerada
Pela primeira vez, a PJF zerou a fila de espera das creches. Um fato que era demanda antiga da população e que garantiu vaga para as 956 crianças do Cadastramento de Creches feito ano passado. Para isso, diversas ações, como a inauguração da Creche Comunitária Olga de Oliveira Frizero, ocorrida em março deste ano e que ampliou o atendimento em mais 182 novas vagas nas creches, foram fundamentais no processo.
Número recorde de atendimentos no Cadastramento de Creches
No Cadastramento de Creches edição 2023 a PJF já atuou com números recordes de atendimento, foram 3.023 crianças cadastradas (um aumento de 26,80% em relação ao ano anterior) e 2.060 crianças serão matriculadas agora (aumento de 44,25% em relação ao ano anterior).
A ampliação da demanda comprova o crescimento da confiança da cidade no trabalho realizado pela Prefeitura com as creches parceiras no atendimento educacional das crianças de 0 a 3 anos. A PJF garante a continuidade das ações colocando todas as crianças que realizaram o cadastro para 2023 nas creches ano que vem.
Nova Escola Infantil
Em maio, foi inaugurada uma nova escola infantil, anexa à Escola Municipal Carlos Alberto Marques, no bairro Nova Califórnia, atendendo a 136 crianças de quatro e cinco anos, garantindo a expansão do atendimento à Educação Infantil de forma significativa.
Busca Ativa recoloca 5.200 alunos em sala de aula
O balanço das ações de “Busca Ativa” feitas este ano pela Secretaria de Educação indicou que mais de 5.200 alunos em estado de evasão escolar no município, principalmente por conta da Pandemia, foram resgatados para o ambiente escolar.
"1º Literarte - As Rozas Cabindas das nossas vidas: exemplos de resistência e luta”
Também de forma inédita, a PJF realizou entre os dias 21 de novembro e 1º de dezembro, o "1º Literarte - As Rozas Cabindas das nossas vidas: exemplos de resistência e luta”, por meio da Secretaria de Educação (SE), em parceria com a Fundação Cultural Alfredo Ferreira Lage (Funalfa). O evento visa fomentar a literatura, a arte e a cultura em Juiz de Fora. Sua realização em novembro, mês dedicado à celebração da Consciência Negra, tem como objetivo promover um intercâmbio de trabalhos em torno dos ideais de promoção da igualdade racial e da luta contra o racismo. A Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) também foi parceira na ação.
Os alunos e profissionais da educação das escolas municipais participaram da ação ao longo do mês, visitando as exposições de trabalhos de artes visuais e assistindo às apresentações artísticas nas linguagens da dança, da música, do audiovisual, do teatro, entre outras, realizados por estudantes das escolas da Rede Municipal de Ensino. Eventos importantes da SE como a 18ª Mostra Professor Também Faz Arte, 14ª Mostra Estudantil de Arte e II Intercâmbio da Educação Infantil foram anexados ao Literarte.
11.400 livros de literatura entregues a crianças da Rede Municipal de Ensino
A Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) entregou 11.400 livros de literatura para crianças da Educação Infantil e Primeiro Ano do Ensino Fundamental, que estão matriculadas nas 46 Creches Parceiras e em 92 Escolas Municipais. Os livros fazem parte do projeto Itaú Social "Leia com uma criança" e foram distribuídos durante a segunda quinzena de novembro e início de dezembro.
A iniciativa ocorreu por meio de um edital publicado pela Fundação Itaú Social este ano, que tinha por objetivo a distribuição de forma gratuita de livros. Um dos critérios para concorrer ao edital foi a avaliação da qualidade e relevância da ação de leitura realizada pelo município. Com os dados informados pela Secretaria de Educação (SE), através do Censo Escolar, o Itaú Social enviou o Kit de livros, sendo 400 que são em formato de acessibilidade.
LêMundo
A Proposta Pedagógica LêMundo, iniciada este ano na Rede Municipal de Ensino, tem como objetivo garantir aos estudantes o primeiro direito à aprendizagem e, em virtude desse direito, é proposto o “desconfinamento” da leitura e da escrita enquanto responsabilidade única da área de conhecimento da Língua Portuguesa, focando, assim, em um ensino interdisciplinar que amplia as práticas de linguagem atuando em quatro eixos: Alfabetização, Educação Inclusiva, Literarte e Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação (TDIC).
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