No Ms Day, evento promovido pela parceria entre o governo de Mato Grosso do Sul e Fiems (Federação das Indústrias do estado de Mato Grosso do Sul), tendo apoio da CNI.
Aproximadamente 400 empresários de vários setores conhecetam as oportunidades existentes no estado mais jovem da região centro-oeste.
Berço dos principais investimentos privados do país, recebendo praticamente R$ 57 bilhões nos últimos oito anos e prevendo receber muito mais – como a instalação de fábricas de celulose da Arauco e da Suzano e a ampliação da mineração da J&F -, Mato Grosso do Sul mostrou todos os potenciais em evento realizado na sede da Confederação Nacional das Indústrias, em São Paulo (SP), no dia 1º de agosto.
Ali, ocorreu o Ms Day, onde o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, e o secretariado do estado receberam investidores, explicaram cenários e colocaram Mato Grosso do Sul em evidência, em uma verdadeira vitrine nacional. “Nossa relação é olho no olho, com interesse no coletivo e no desenvolvimento”, destacou o governador, ressaltando que os que forem para o Mato Grosso do Sul encontrarão um ambiente de negócios saudável.
“Temos uma particularidade, que é um governo empenhado no desenvolvimento da economia e do setor privado. Quando um governo proporciona essa condição, o desenvolvimento vem de forma diferenciada. Aqui apresentamos essa integração do poder público com o setor empresarial, o que é importante e um modelo que merece ser replicado para outros estados”, acrescentou Sérgio Longen, presidente da Fiems e vice da CNI.
“Somos um estado que tem harmonia institucional entre os Poderes, entre setor público e privado, e que anda em um caminho só, o da prosperidade, desenvolvimento e inclusão”, frisou Riedel. Entre os investimentos firmados nas rodadas de negócios estão empreendimentos de gigantes do setor agroindustrial, como Atvos, Raízen e Inpasa.
No caso da Raízen, a empresa investirá R$ 1,3 bilhão em Mato Grosso do Sul para expandir a produção de etanol de segunda geração. Já a Atvos, que trabalha com açúcar e etanol, investirá R$ 3 bilhões nos próximos três anos, enquanto a paraguaia Inpasa investirá R$ 1,2 bilhão em nova planta em Sidrolândia, próximo à capital Campo Grande – atualmente a companhia paraguaia já atua em Dourados, maior cidade do interior do estado.
“Mato Grosso do Sul foi apresentado ao mercado como um todo. No MS Day, as empresas conheceram o estado, as potencialidades da nossa região e a competitividade que estar ali proporciona. Bons projetos foram anunciados”, afirmou o governador.
“Assim, a gente constrói pontes com o empresariado, com parcerias. Em um caminho só, da prosperidade, do desenvolvimento, da inclusão, é o que buscamos. Foram anunciados mais de R$ 5 bilhões em investimentos já consolidados e uma série de oportunidades que apareceram. O balanço é extremamente positivo para o Mato Grosso do Sul.”
Eduardo Riedel, governador do Mato Grosso do Sul
Em franco crescimento
Já conhecido pelo ambiente de negócios seguro e saudável, Mato Grosso do Sul tem tal status como chamariz para atrair empresas e indústrias. Além disso, se destaca o solo e o clima favoráveis, que já garantem ao estado a alcunha de “Vale da Celulose”, com três grandes fábricas em atividade e mais dois empreendimentos bilionários em implantação. A logística necessária para o crescimento privado e geração de renda também aparecem na lista.
As parcerias do governo de Mato Grosso do Sul com o setor privado são trunfos para atrair investimentos cruciais para o crescimento do estado, que adota políticas positivas como o Carbono Neutro, garantia de incentivos fiscais, entre outros.
Saul Schramm
O modelo desenvolvido pelo governo de Mato Grosso do Sul também foi reconhecido pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (foto). Sul-mato-grossense, ela participou da abertura do MS Day e comentou que ações regionais devem ser replicadas por outros estados brasileiros.
“Mato Grosso do Sul é terra de oportunidades. A importância desse evento para o próprio estado, que é mostrar para o Brasil e o mundo as potencialidades pela logística, localização, terras, águas, pelo clima, solo, pela sua gente, mão de obra, que hoje está sendo qualificada. É isso que nós queremos para o Mato Grosso do Sul, crescimento, geração de emprego e renda.”