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Segunda-feira, 26 de Outubro 2026
Justiça

MPMG mobiliza 304 promotores para garantir legitimidade das eleições

Atuação em Minas Gerais incluiu fiscalização, apuração de denúncias e testes de integridade das urnas eletrônicas durante o pleito.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
MPMG mobiliza 304 promotores para garantir legitimidade das eleições
Ministério Público de MG (MPMG)
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O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mobilizou 304 promotores e promotoras eleitorais em todas as zonas eleitorais do estado durante as eleições de 2026. A atuação teve como finalidade fiscalizar o cumprimento da legislação eleitoral, garantindo a normalidade e a legitimidade de todo o processo democrático mineiro.

Em resumo:

  • Atuação mobilizou 304 promotores eleitorais em todas as zonas mineiras.
  • Trabalho envolveu fiscalização, denúncias e testes de integridade das urnas.
  • O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mobilizou 304 promotores e promotoras eleitorais em todas as zonas eleitorais do estado durante as eleições de 2026.

O trabalho foi desenvolvido em estreita parceria com a Justiça Eleitoral e com os órgãos de segurança pública do estado. O objetivo central dessa mobilização conjunta foi assegurar que todos os cidadãos pudessem exercer o direito ao voto de maneira livre, segura e totalmente desimpedida.

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Ao longo das diferentes etapas do processo eleitoral, os membros do Ministério Público Eleitoral acompanharam de perto a votação e fiscalizaram rigorosamente a propaganda. Eles também atuaram na prevenção e na repressão de crimes eleitorais, além de apurarem denúncias referentes a possíveis irregularidades.

Essa grande operação contou com o suporte técnico e institucional do Centro de Apoio Eleitoral (Cael). O órgão foi responsável por prestar auxílio jurídico aos promotores e articular as demandas institucionais junto aos parceiros de segurança e à Justiça Eleitoral.

Fiscalização e auditoria das urnas eletrônicas

Além da presença nas ruas e seções de votação, o MPMG acompanhou de perto os procedimentos de auditoria das urnas eletrônicas conduzidos pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais. Na véspera do segundo turno, representantes da instituição participaram da definição dos equipamentos que seriam submetidos aos testes.

Uma das indicações apresentadas pelo Ministério Público acabou sendo integralmente acolhida pela Justiça Eleitoral durante o procedimento. No total, foram selecionadas 33 urnas para a realização dos testes de integridade e outras dez para a verificação de autenticidade dos sistemas.

Segundo o coordenador do Cael, o promotor de Justiça eleitoral Vinícius Bigonha, tais procedimentos são indispensáveis para atestar a confiabilidade do pleito. Eles permitem verificar de maneira pública o correto funcionamento dos equipamentos e a perfeita correspondência entre os votos e os resultados.

O promotor destacou que toda essa movimentação tem uma meta bastante clara e direta. O intuito é fazer com que cada eleitor vote com tranquilidade, tendo a certeza de que o resultado final das urnas refletirá fielmente a vontade popular.

Desafios tecnológicos e atuação no pós-pleito

Durante a realização do segundo turno, o Ministério Público registrou ocorrências de boca de urna. No entanto, o principal foco de preocupação esteve nas tentativas de violação do sigilo do voto por parte de eleitores que tentaram fotografar a tela da urna eletrônica.

Para Vinícius Bigonha, esse comportamento representou um dos maiores desafios do pleito recente. A situação ganhou contornos mais complexos devido à enorme velocidade de circulação de informações nas redes sociais e ao uso crescente de ferramentas de inteligência artificial.

O coordenador pontuou que a liberdade de expressão é um pilar democrático inegável, permitindo manifestações e críticas. Contudo, ele ponderou que a lei não protege condutas abusivas, como a disseminação de fatos falsos ou conteúdos manipulados que comprometam a igualdade da disputa.

Com o encerramento oficial da votação, o trabalho do Ministério Público Eleitoral não se encerra e prossegue com investigações e apurações. A instituição segue fiscalizando o cumprimento das normas nas etapas posteriores para garantir que eventuais ilícitos sejam devidamente responsabilizados.

*Com informações oficiais de Ministério Público de MG (MPMG).

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FONTE/CRÉDITOS: Fonte: Ministério Público de MG (MPMG)

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