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O Hospital de Pronto Socorro (HPS), em Juiz de Fora, integra a assistência regional a pessoas expostas a animais peçonhentos ou potencialmente transmissores da raiva. Segundo as informações divulgadas sobre o serviço, o setor especializado abrange também outros 36 municípios. Mordidas, arranhaduras e picadas exigem avaliação rápida: o tratamento depende das circunstâncias do acidente e da condição clínica do paciente. A raiva apresenta letalidade próxima de 100% após o aparecimento dos sintomas, conforme o [Ministério da Saúde](https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/r/raiva).
Atuação das autoridades e dinâmica da ocorrência
Os números disponíveis dimensionam a demanda histórica, mas não representam um balanço de 2026. Em 2019, foram contabilizados mais de 12,7 mil atendimentos; entre janeiro e julho de 2021, o total chegou a 7.715. Esses registros abrangem toda a região assistida. No levantamento apresentado pelo setor, escorpiões e aranhas se destacavam nas ocorrências urbanas, enquanto serpentes apareciam com maior frequência no meio rural. A indicação de soroterapia exige análise médica, pois nem todo acidente demanda esse recurso.
Providências adotadas e desdobramentos legais
Após possível exposição à raiva, a orientação oficial é higienizar imediatamente o ferimento com água e sabão e buscar assistência, sem aguardar sintomas. A equipe define a necessidade de vacina e soro. Para acidentes com animais peçonhentos, a [Secretaria da Saúde do Paraná](https://www.saude.pr.gov.br/Pagina/Acidentes-por-animais-peconhentos) recomenda atendimento imediato e contraindica garrotes, cortes ou perfurações. Tentar capturar o animal não deve atrasar o socorro nem provocar outra exposição. A prevenção inclui vacinação dos animais domésticos e cuidados com a limpeza dos ambientes.
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