O Governo de Minas Gerais confirmou, entre os dias 24/03 e 25/03, mudanças no primeiro escalão da administração estadual. As alterações envolvem as secretarias de Cultura e Turismo (Secult) e de Desenvolvimento Social (Sedese), após pedidos de exoneração das atuais titulares.
Retorno na Cultura e Turismo
Na manhã desta quarta-feira (25/03), o Executivo informou a saída de Bárbara Botega do comando da Secult. De acordo com a nota oficial, a exoneração ocorreu a pedido da secretária. Durante sua gestão, o estado registrou números recordes no setor, como o Carnaval de 2026, que atraiu 14,9 milhões de foliões e gerou um impacto econômico de R$ 5,83 bilhões.
Para o lugar de Botega, o governo anunciou o retorno de Leônidas Oliveira. O gestor já havia chefiado a pasta entre 2020 e 2025 e possui trajetória em órgãos públicos de esferas municipal e federal. Detalhes sobre a cerimônia de posse serão divulgados posteriormente.
Transição no Desenvolvimento Social
Na terça-feira (24/03), o governador Mateus Simões oficializou a saída da deputada Alê Portela da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese). A parlamentar deixou o cargo também a pedido, após um período marcado pela expansão do Piso Mineiro de Assistência Social, que alcançou o repasse anual de R$ 130 milhões em 2025.
Entre os marcos destacados pela gestão estadual na Sedese estão:
- Empregabilidade: Contribuição para a marca de 1 milhão de empregos criados no estado desde 2019.
- Habitação: Implementação do programa Moradas Gerais, focado em moradia digna para famílias vulneráveis e mães solo.
- Assistência Emergencial: Atuação em cidades da Zona da Mata atingidas por calamidades.
O atual secretário-adjunto, Ricardo Alves, assume a Sedese de forma interina. Alves possui experiência prévia em cargos na Secretaria de Estado de Saúde (SES-MG) e na Fundação Hemominas.

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