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Domingo, 31 de Maio 2026
Saúde

Fiocruz investiga caso de malária no Rio e não descarta ebola em viajante de Uganda

Viajante belga vindo de Uganda apresenta sintomas virais e permanece isolado no Rio de Janeiro.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Fiocruz investiga caso de malária no Rio e não descarta ebola em viajante de Uganda
© Fernando Frazão/Agência Brasil
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O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, vinculado à Fiocruz, no Rio de Janeiro, está conduzindo uma investigação desde sábado (30) sobre um viajante belga que chegou de Uganda, na África, com sintomas virais. Embora as análises iniciais tenham indicado positividade apenas para malária, a possibilidade de ebola não foi descartada, dada a origem do paciente.

Ao dar entrada no Instituto Evandro Chagas com queixas como tosse, calafrios e diarreia, o protocolo de atendimento especializado da Fiocruz foi imediatamente ativado. O paciente permanecerá em isolamento rigoroso até que um diagnóstico definitivo seja estabelecido, uma medida preventiva essencial, considerando os registros de casos de ebola em Uganda.

As primeiras amostras biológicas, coletadas no próprio sábado e analisadas a partir de saliva e urina, confirmaram a presença de malária e, simultaneamente, resultaram negativas para o ebola. Contudo, o teste diagnóstico realizado com a amostra de sangue ainda está em processo de análise, e a Fiocruz não divulgou uma previsão para a conclusão.

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Além do acompanhamento do paciente, as secretarias municipal e estadual de Saúde estão colaborando no monitoramento de todas as pessoas que tiveram contato com ele. A Fiocruz reforça que o vírus ebola não se propaga por via respiratória, como a gripe, mas sim através do contato direto com sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos ou animais infectados.

Atualmente, a África Central enfrenta um surto de ebola, com o epicentro localizado no Congo e ocorrências reportadas também em Uganda. Este vírus é conhecido por causar febre hemorrágica e apresenta uma taxa de letalidade consideravelmente alta.

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fiocruz é a instituição de referência no Brasil para o manejo de casos suspeitos de ebola, oferecendo tanto atendimento médico quanto testagem diagnóstica. A instituição assegura que o risco de transmissão do vírus no país permanece baixo.

FONTE/CRÉDITOS: Isabela Vieira - Repórter da Agência Brasil

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