Na madrugada de hoje (24) a equipe da Polícia Militar (PM) compareceu ao hospital maternidade Therezinha de Jesus, em contato com o solicitante, Ricardo Augusto Pinto (57), que relatou que após o falecimento do seu Sr. Roberto Carlos Augusto Pinto (56), necessitava do atestado de óbito para proceder o sepultamento do corpo.
Porém ele foi informado que no documento seria constado como morte suspeita de covid-19, o que gerou divergência entre o solicitante e o médico de plantão, pois segundo o solicitante, até então, não havia o resultado do exame para detecção da doença.
Em contato com o médico de plantão, Dr. Gabriel Gonçalves Lopes, relatou que não era o médico responsável pelo paciente, mas que devidos a indícios (insuficiência cardíaca descompensada, derrame pleural e visto o quadro clínico e tc de tórax) o atestado de óbito seria constado como suspeita de covid-19.
Ele relatou ainda que havendo a suspeita da doença covid-19 por medida preventiva assim deveria ser constado no atestado de óbito. Questionado ele afirmou ainda que os familiares concordando e assinando um termo de isenção ao hospital e com a devida paramentação alguns familiares poderiam ter acesso ao corpo que estava em isolamento no necrotério.
Quando questionado pelos familiares sobre quando seria liberado o resultado, ele informou que não saberia informar com exatidão, pois era de responsabilidade do laboratório e que o acesso ao resultado seria através de um setor de exames do hospital.
