Nova fase da operação avança no Triângulo Mineiro
A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deu mais um passo na investigação contra uma família suspeita de furtos em série no estado. Na terça-feira (17), foi cumprido um mandado de busca e apreensão em Uberlândia, no Triângulo Mineiro, como desdobramento da operação Pickpockets Family.
A ação tem como foco aprofundar as apurações sobre uma associação criminosa especializada em furtos mediante destreza, prática comum em locais com grande circulação de pessoas. A medida foi autorizada pela Justiça após os indícios reunidos na primeira fase da operação.
Apreensões reforçam suspeita de atuação em série
Durante a operação, os policiais apreenderam 53 carteiras e bolsas de pequeno porte, além de relógios e outros objetos.
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Segundo a investigação, os itens são compatíveis com o perfil das vítimas do grupo, principalmente idosos e pessoas em situação de vulnerabilidade. Muitos dos objetos são do tipo “porta-níquel”, usados para guardar dinheiro e documentos.
A quantidade chama atenção e fortalece a linha de investigação de que o grupo atuava de forma organizada, recorrente e com divisão de tarefas, podendo estar ligado a diversos outros furtos ainda não identificados.
Crimes podem ter ocorrido em várias cidades
Além de Juiz de Fora, onde a operação teve início, a Polícia Civil já identificou indícios da atuação da quadrilha em cidades como Governador Valadares e Ipatinga.
O padrão se repete: furtos rápidos, discretos e executados em locais movimentados, o que dificulta a identificação imediata dos suspeitos pelas vítimas.
As investigações seguem para mapear toda a extensão da atuação do grupo e identificar novas vítimas.
Prisões foram mantidas pela Justiça
Na primeira fase da operação, realizada no dia 11, cinco pessoas da mesma família foram presas em flagrante.
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Duas mulheres foram detidas no centro de Juiz de Fora
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Três homens foram abordados na BR-040, em Barbacena
Posteriormente, a Justiça converteu as prisões em preventivas e determinou o bloqueio de bens e ativos financeiros dos investigados.
De acordo com a decisão, as medidas visam garantir a ordem pública, assegurar a aplicação da lei e possibilitar o ressarcimento às vítimas.
Investigação continua e vítimas podem procurar a polícia
O delegado responsável pelo caso, Samuel Neri, destacou a importância da atuação conjunta das equipes, especialmente o apoio da Polícia Civil em Uberlândia para o avanço da operação.
A Polícia Civil orienta que possíveis vítimas que reconheçam os objetos apreendidos procurem uma delegacia para formalizar o reconhecimento.
A investigação segue em andamento, com foco em identificar novos crimes e ampliar o alcance das responsabilizações.
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