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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu nesta quinta-feira (22/11) a comercialização, distribuição, importação e utilização do produto Accu-Check Active na plataforma de vendas on-line da Amazon, conforme medidas publicadas no Diário Oficial da União. A decisão do órgão regulador federal atinge anúncios específicos identificados na internet que continham irregularidades graves na procedência dos materiais médicos oferecidos ao consumidor.
Em resumo:
- A venda do produto Accu-Check Active foi proibida na plataforma Amazon.
- O lote 11-2025 do suplemento alimentar NAC da marca Lauton foi interditado na Shopee.
- Ações foram publicadas no Diário Oficial da União através de resoluções.
A fabricante Roche Diabetes Care Brasil Ltda. identificou tiras Accu-Chek Active falsas no mercado digital. Foram encontrados dois anúncios distintos na plataforma de comércio eletrônico. Entre as irregularidades apontadas pela empresa detentora do registro, destacou-se a completa ausência da embalagem externa original de fábrica nos itens comercializados.
Irregularidades e restrições nas tiras de glicemia
Os produtos irregulares incluíam pacotes de tiras Accu-Check Active com cinquenta unidades. Eram kits de medidor de glicemia com cem unidades em links específicos. Os itens não tinham embalagem adequada para venda. Eles traziam a frase em inglês ONLY FOR GOVERNMENT TENDER para licitações governamentais.
A empresa responsável constatou todas as irregularidades na internet. A agência reguladora determinou a proibição imediata da comercialização e utilização. A medida protege a saúde de pacientes no monitoramento glicêmico. Ela evita materiais médicos sem a segurança exigida pela legislação sanitária.
Interdição cautelar de suplemento alimentar na Shopee
Além da restrição aplicada aos materiais médicos, a Anvisa também determinou a interdição cautelar do lote 11-2025, com validade estipulada para novembro de 2026, do suplemento alimentar NAC (N-Acetil L-Cisteína), da marca Lauton. O produto estava sendo comercializado ativamente por meio da plataforma de comércio eletrônico Shopee, atraindo consumidores na internet.
A empresa fabricante do suplemento alimentar informou formalmente às autoridades sanitárias que o item comercializado na plataforma digital trata-se de um lote falsificado. Com a confirmação oficial da fraude pela fabricante, a venda, a distribuição e o uso do produto foram totalmente proibidos, tendo todas as determinações fundamentadas nas Resoluções (RE) 4.143/2026 e 4.147/2026 veiculadas no Diário Oficial da União.
Detalhes sobre o suplemento e resoluções oficiais
A agência determinou medidas para o suplemento N-Acetil L-Cisteína da Lauton. Houve interdição cautelar após falsificação informada na plataforma Shopee.
Todas as ações fiscais e proibições determinadas pelo órgão federal estão formalmente fundamentadas na Resolução RE 4.143/2026 e também na Resolução RE 4.147/2026, ambas publicadas oficialmente para o conhecimento público nas páginas do Diário Oficial da União.
*Com informações oficiais de Anvisa.
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