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Domingo, 07 de Junho 2026
Saúde

Anvisa proíbe comercialização de leite condensado e apreende dois suplementos

Análises do Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels identificaram contaminação em lote de leite condensado, levando à interdição.

Redação RCWTV
Por Redação RCWTV
Anvisa proíbe comercialização de leite condensado e apreende dois suplementos
© Valter Campanato/Agência Brasil
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Nesta segunda-feira (2), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) estabeleceu a interdição preventiva do leite condensado semidesnatado da marca La Vaquita e confiscou os produtos Glicojax e Durasil, classificados como suplementos.

A decisão sobre o leite condensado foi motivada pela reprovação de um de seus lotes no teste microbiológico de Estafilococos Coagulase Positiva (ECP), conforme fiscalização realizada pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels. Este ensaio verifica a presença de bactérias Staphylococcus aureus, cuja concentração elevada em alimentos pode acarretar intoxicações e outras enfermidades.

Inicialmente, a Anvisa vinculou o leite condensado La Vaquita à empresa Apti Alimentos. Contudo, a Apti Alimentos divulgou um comunicado oficial esclarecendo que o produto não integra seu catálogo e que a associação pela agência reguladora foi equivocada.

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Sobre os suplementos

Em relação aos suplementos Glicojax e Durasil, a Anvisa verificou que ambos têm procedência ignorada e empregam publicidade enganosa. O Glicojax, por exemplo, alega oferecer vantagens terapêuticas, incluindo auxílio no manejo da glicose, suporte cardiovascular, melhoria da saúde metabólica e controle do diabetes. No entanto, a agência reguladora ressalta que essas promessas carecem de base científica comprovada.

Por sua vez, o Durasil, um suplemento em gotas, é divulgado com a promessa de aliviar dores e aprimorar a função erétil. Assim como o Glicojax, sua origem fabril é desconhecida. Mesmo diante dessas inconsistências, plataformas de e-commerce como Shopee e Mercado Livre seguem comercializando o produto.

A redação da Agência Brasil buscou contato com as empresas mencionadas e aguarda suas manifestações.

*Texto produzido por estagiário da Agência Brasil, sob a supervisão de Odair Braz Junior.

FONTE/CRÉDITOS: Matheus Crobelatti* - Agência Brasil

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