A situação orçamentária da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) para o segundo semestre de 2022 e para o ano de 2023 foi tema de Audiência Pública realizada nesta sexta-feira, 5. Segundo dados apresentado pelo reitor, Marcus David, mesmo com uma série de ajustes, a universidade projeta um déficit orçamentário de R$ 11 milhões até o final deste ano.
UFJF em dados
Marcus David apresentou dados que demonstram a forte queda orçamentária vivida pela universidade nos últimos três anos. “E apesar dessa diminuição, a instituição fez um esforço muito grande para se adequar, com sacrifícios da comunidade acadêmica, o que representou sérias medidas, como cortes de bolsas e demissão de trabalhadores terceirizados. Mesmo com esse sacrifício tão grande, nós ainda projetamos esse déficit”.
O reitor ainda reforçou a gravidade da situação, pois, à medida que a UFJF acumula déficits de um ano para o outro, sinaliza cenários cada vez mais difíceis para os anos seguintes. Também destacou que o orçamento para 2023 aponta para uma perspectiva pior que a de 2022, pois prevê uma nova redução orçamentária de 12%.
“O arrocho orçamentário atinge as despesas discricionárias, ou seja, aquelas destinadas ao funcionamento da universidade, e não as destinadas ao quadro efetivo de servidores. Dessa forma, são afetadas áreas como a manutenção de bolsas acadêmicas, contratos de funcionários terceirizados, gastos com luz e energia elétrica, entre outras frentes”, salienta o reitor.
UFJF prevê déficit orçamentário de R$ 11 milhões até o fim de 2022
“Não temos mais onde ajustar sem ampliar os danos acadêmicos e administrativos à nossa instituição”, afirmou Marcus David (Foto: Carolina de Paula)
A situação orçamentária da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) para o segundo semestre de 2022 e para o ano de 2023 foi tema de Audiência Pública realizada nesta sexta-feira, 5. Segundo apresentado pelo reitor, Marcus David, mesmo com uma série de ajustes, a universidade projeta um déficit orçamentário de R$ 11 milhões até o final deste ano.
UFJF em dados
Marcus David apresentou dados que demonstram a forte queda orçamentária vivida pela universidade nos últimos três anos. “E apesar dessa diminuição, a instituição fez um esforço muito grande para se adequar, com sacrifícios da comunidade acadêmica, o que representou sérias medidas, como cortes de bolsas e demissão de trabalhadores terceirizados. Mesmo com esse sacrifício tão grande, nós ainda projetamos esse déficit”.
O reitor ainda reforçou a gravidade da situação, pois, à medida que a UFJF acumula déficits de um ano para o outro, sinaliza cenários cada vez mais difíceis para os anos seguintes. Também destacou que o orçamento para 2023 aponta para uma perspectiva pior que a de 2022, pois prevê uma nova redução orçamentária de 12%.
“O arrocho orçamentário atinge as despesas discricionárias, ou seja, aquelas destinadas ao funcionamento da universidade, e não as destinadas ao quadro efetivo de servidores. Dessa forma, são afetadas áreas como a manutenção de bolsas acadêmicas, contratos de funcionários terceirizados, gastos com luz e energia elétrica, entre outras frentes”, salienta o reitor.
Confira a apresentação dos dados da UFJF.
“Não temos mais onde ajustar sem ampliar os danos acadêmicos e administrativos à nossa instituição. O objetivo dessa audiência pública é mostrar que estamos administrando esse déficit”, destaca o reitor da UFJF. “Se não tivermos possibilidade de negociação, o ano de 2023 será muito grave.”
Durante a audiência, o reitor também apontou que a administração continuará a realizar medidas para aliviar a situação orçamentária – entre elas, buscar possibilidades de redução de gastos e lutar pela recomposição do orçamento.