Em uma noite memorável, na quinta-feira (8), a Faculdade de Ciências Médicas e da Saúde de Juiz de Fora – SUPREMA recebeu na Câmara Municipal de Juiz de Fora a Medalha Tarcísio Delgado pelo projeto de Saúde Planetária – Planet&Ar.
Fruto de uma parceria com a FIOCRUZ/BA e coordenado pelo professor Marcos Moura, o projeto teve início a partir da pandemia da Covid-19, quando ganhou foco debates sobre a importância da prevenção das pandemias por meio de ações que relacionam saúde e meio ambiente.
Para o orientador Marcos Moura é fundamental trazer o conceito para o ensino médico, "tenho muito orgulho em fazer parte disso, hoje a Suprema é pioneira no tema para o ensino médico no Brasil. Atualmente todas as discussões políticas e sociais, sem exceção, perpassam pelo tema de sustentabilidade e meio ambiente. É fundamental que nós, enquanto profissionais da saúde, tenhamos entendimento do nosso papel nesse tema", afirma o professor.
O projeto foi indicado pelo vereador Zé Márcio Garotinho que esteve presente no I Congresso de Saúde Planetária de Juiz de Fora e Região, promovido pela Suprema em julho deste ano. "Quando conheci o projeto no evento, vi que era pura inclusão social, tratando prevenção em saúde relacionada ao meio ambiente. Como vereador do partido verde, achei fundamental trazer o assunto para pauta com a possibilidade grandes parcerias para o ano de 2023", conclui o vereador.
Além da Suprema, foram agraciadas mais 18 personalidades do município que atuam na área de inclusão social, promoção da vida e da dignidade humana. A Medalha Tarcísio Delgado foi criada pela Lei 1.329 em 17 de julho de 2019. O ex-prefeito, que dá nome à honraria, compôs a mesa do evento.
PROJETO PLANET&AR
A Suprema e o Instituto Gonzalo Moniz – Fiocruz Bahia, firmaram uma parceria para promover e difundir ações em Saúde Planetária. As atividades do Projeto Planet&Ar tiveram início neste ano na Ilha de Maré, que está localizada no centro da Baía de Todos os Santos, em Salvador. O local é formado por pequenos vilarejos e é remanescente de quilombos. A comunidade vive da pesca e da pequena agricultura familiar.
Para tanto, estudantes do curso de Medicina da Suprema, sob a supervisão do professor e médico infectologista Marcos Moura, passaram um período na Ilha elaborando um diagnóstico situacional, desenvolvendo estratégias de vigilância popular, de análises de riscos para a poluição do ar e demais vulnerabilidades socioambientais e sanitárias da região. A próxima etapa do projeto é, a partir das necessidades encontradas, voltar ao local com soluções sustentáveis e que promovam impactos na saúde dos moradores e no ambiente em que vivem.
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