A Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG) enfrenta um período de incerteza institucional com a eleição para a reitoria se aproximando. Três chapas estão na disputa para formar a lista tríplice que será encaminhada ao governador Mateus Simões em 20 de maio de 2026. A decisão final do governador sobre a nomeação do próximo reitor está diretamente ligada à posição dos candidatos em relação à venda ou destinação de um prédio abandonado da universidade no campus de Frutal, no Triângulo Mineiro.
A tensão na UEMG se intensificou após a recente visita do governador Mateus Simões ao campus de Frutal. Na ocasião, ele explicitou que apenas candidatos que não apresentem oposição à alienação ou aproveitamento do imóvel terão "chance real de nomeação". Essa declaração coloca um desafio significativo para as chapas concorrentes, que agora precisam alinhar suas plataformas a essa condição política.
Este cenário adiciona uma camada de complexidade ao processo eleitoral interno da UEMG, onde a autonomia universitária se cruza com interesses governamentais. A comunidade acadêmica observa atentamente os desdobramentos, enquanto as três chapas buscam apoio para definir o futuro da instituição.
Para mais detalhes sobre a disputa, consulte a reportagem original no Observo.
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