O mandato-tampão para o governo do Rio de Janeiro teve sua discussão adiada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) nesta sessão. A Corte optou por priorizar a análise da validade da Lei Maria da Penha em agressões externas ao ambiente familiar, alterando a pauta prevista.
A nova data para retomar o caso ainda não foi fixada. Em abril, o andamento travou após pedido de vista do ministro Flávio Dino, registrando placar de 4 a 1 pela via indireta.
A ação foi movida pelo PSD, que defende votação popular direta. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por sua vez, determinou escolha indireta via Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).
A necessidade da votação surge devido a lacunas na linha sucessória fluminense. Em março, o ex-governador Claudio Castro tornou-se inelegível por decisão do TSE.
O ex-vice Thiago Pampolha migrou para o Tribunal de Contas, deixando o posto vago. Já o ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, também acabou cassado no mesmo processo.
Atualmente, o comando interino do estado está sob a responsabilidade do presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), Ricardo Couto de Castro.

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