A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) indiciou quatro representantes da Tecnoclean por falsificação na produção de petiscos que mataram 14 cães. Caso seja comprovado o delito dos indiciados eles podem pegar de 10 a 15 anos de prisão. A empresa revendeu à Bassar Pet Food, fabricantes dos produtos para pets monoetilenoglicol e não propilenoglicol, que é usado na indústria alimentícia. Segundo a delegada do caso, Danúbia Quadro, o crime é hediondo, uma vez que a empresa assumiu o risco das mortes quando trocou os rótulos do produto. “Durante as investigações foi evidenciada a incorreta identificação nos laudos pela falha no sistema de rastreabilidade pela empresa Tecnoclean. A empresa compra e apenas troca o rótulo para revender para a Bassar. Houve essa identificação dessa incorreta rotulagem dos barris, que foram acondicionados no mesmo local, de acordo com provas nos autos. E essa identificação correta dos laudos também foi identificado como sendo a empresa Tecnoclean tendo assumido o risco de produzir o resultado morte e toda a contaminação que ocorreu em todo o território nacional”, expicou a delegada. A presença do monoetilenoglicol nos petiscos foi detectada por meio de análise de necropsia.
FONTE/CRÉDITOS: Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG)
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