Como parte da programação que comemora o ano de centenário do Museu Mariano Procópio, o professor de Literatura Brasileira da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Leandro Garcia, fará uma live na quinta-feira, dia 25, às 19h, com transmissão pelo YouTube. Pós-doutor em Letras (Estudos Literários), pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ), ele vai abordar o tema “Epistolografia e pensamento: interseções, desafios”, analisando as correspondências que integram o acervo do museu e chamando a atenção para a importância do uso e das pesquisas sobre esses documentos.
Conforme o historiador da Fundação Museu Mariano Procópio (Mapro), Sérgio Augusto Vicente, a ideia da live é mostrar que as correspondências são importantes fontes de investigação, que enriquecem a produção de conhecimento em diversas áreas do saber, como história, literatura, psicologia e pedagogia, entre outras. “É preciso destacar que o acervo do Museu Mariano Procópio possui uma significativa coleção de correspondências, de múltiplas procedências, o que reforça a importância de a fundação estimular a parceria com outras instituições que trabalhem nessa área para fomentar a pesquisa.”
Graduado em Letras (Português-Inglês) pela Universidade Castelo Branco, Leandro Garcia tem Mestrado e Doutorado na mesma área pela PUC-RJ. O currículo inclui ainda Pós-Doutorado em Teologia na Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia de Belo Horizonte. Leandro atua como professor na Faculdade de Letras da UFMG e Pesquisador do Museu Imperial de Petrópolis. Também atua como pesquisador no acervo da Mapro.
Mantido pela Prefeitura de Juiz de Fora, o Museu Mariano Procópio foi fundado oficialmente no dia 23 de junho de 1921 pelo colecionador Alfredo Ferreira Lage (1865-1944). A data escolhida foi uma referência ao centenário de nascimento de seu pai, o comendador Mariano Procópio (1821-1872), que dá nome ao equipamento cultural. Símbolo da memória do Brasil, o Museu Mariano Procópio possui um dos mais significativos acervos artísticos, históricos e de ciências naturais do país, com relevância internacional. Marcada pelo ecletismo, a coleção soma em torno de 53 mil itens.
FONTE/CRÉDITOS: Imprensa PJF