A Polícia Federal (PF) identificou cinco pessoas com mandados de prisão em aberto que atuariam como prestadores de serviços da COP30, em Belém (PA). A informação foi divulgada nesta segunda-feira (10/11) e faz parte de um processo de checagem de antecedentes conduzido pela corporação como parte do plano de segurança integrado do evento.
No total, foram analisados 25.694 nomes, incluindo prestadores de serviço, fornecedores e outros profissionais envolvidos na conferência internacional sobre mudanças climáticas. Desse grupo, 725 registros apresentaram alguma pendência nas bases de dados criminais e administrativas, o que levou à identificação dos cinco indivíduos com mandados de prisão ativos.
“As verificações cruzam informações em bases de dados criminais e administrativas. Após a checagem, os resultados são encaminhados à coordenação do evento, responsável por adotar as medidas cabíveis”, afirmou a PF em nota oficial.
Segundo a corporação, o objetivo do procedimento é garantir que todas as pessoas envolvidas na COP30 estejam devidamente regularizadas e aptas a exercer suas funções, evitando riscos à segurança do evento. As informações levantadas são encaminhadas à coordenação da conferência, que avalia e define as providências necessárias em cada caso.
A COP30, conferência da ONU sobre mudança do clima, reúne representantes de diversos países, autoridades e organizações internacionais em Belém, e conta com um esquema de segurança que envolve a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, as Forças Armadas e órgãos estaduais.

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