Aguarde, carregando...

Sábado, 31 de Outubro 2026
Policial

PCMG prende último foragido da operação Gargântua em Vespasiano

Investigado de 35 anos foi localizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte; grupo é suspeito de crimes como agiotagem, extorsão, sequestro e tortura.

Geraldo Gomes
Por Geraldo Gomes
PCMG prende último foragido da operação Gargântua em Vespasiano
RCWTV
Espaço para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
GOOGLE Não perca nossas próximas notícias

Adicione nosso site às suas fontes preferidas para acompanhar nossas notícias. 📰

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) efetuou a prisão, na madrugada desta quinta-feira (29/10), do último investigado que ainda permanecia foragido no âmbito da operação Gargântua. O homem, de 35 anos, foi localizado e detido no bairro São Damião, em Vespasiano, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. A captura encerra uma etapa de buscas que se estendia desde o dia 20 de agosto, quando a ofensiva principal foi deflagrada para desarticular uma organização criminosa de alta periculosidade.

Em resumo:

  • Último foragido da operação Gargântua foi preso em Vespasiano nesta quinta-feira (29/10).
  • O homem de 35 anos é investigado por agiotagem, extorsão, sequestro e lavagem de dinheiro.
  • A PCMG já indiciou 15 pessoas no inquérito conduzido pelo Deoesp.
  • Bloqueio de bens da organização criminosa alcança imóveis avaliados em R$ 3 milhões.

As investigações que culminaram nesta prisão foram conduzidas pelo Departamento Estadual de Operações Especiais (Deoesp), por meio da 2ª Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). A investigação apurou a atuação de um grupo suspeito. Eles praticavam agiotagem, extorsão, sequestro e lavagem de dinheiro.

Publicidade

Leia Também:

O inquérito policial, após meses de diligências e coleta de provas, resultou no indiciamento formal de 15 pessoas envolvidas com a organização. Sete investigados estão sob custódia após a prisão em Vespasiano. Outros quatro respondem ao processo em liberdade provisória.

Arsenal e táticas de intimidação da organização criminosa

A Polícia Civil apreendeu materiais na operação Gargântua em agosto. Os itens evidenciam o poderio financeiro do grupo. Foram confiscados cerca de R$ 170 mil em dinheiro em espécie, além de três armas de fogo, munições de diversos calibres e carregadores. O arsenal também contava com instrumentos de agressão física, como soco-inglês, faca e um taco de beisebol.

A estrutura logística dos criminosos incluía itens utilizados para ocultação de identidade e operações táticas, como máscaras e uniformes camuflados. Agentes recolheram relógios de luxo, joias e um contador de cédulas. O equipamento reforça a tese de lavagem de capitais.

Um dos itens que mais chamou a atenção dos investigadores do Deoesp foi a apreensão de um bloqueador de sinal eletrônico. A PCMG suspeita que o equipamento impedia pedidos de socorro. Isso dificultava o acionamento imediato das forças de segurança. O uso desse dispositivo sugere que o grupo aplicava métodos de isolamento durante a prática de crimes violentos, inclusive em situações de tortura.

Rastreamento patrimonial e bloqueio de bens milionários

Paralelamente às prisões, a Polícia Civil de Minas Gerais intensificou o rastreamento patrimonial dos envolvidos, visando a descapitalização da organização. Durante as apurações, foram identificados bens que não constavam no pedido judicial inicial de bloqueio. A PCMG apresentou uma representação complementar à Justiça. Três imóveis em Capitólio, Vespasiano e São José da Lapa foram bloqueados.

Essas propriedades imobiliárias estão avaliadas em aproximadamente R$ 3 milhões. Além dos imóveis, as medidas judiciais alcançaram cerca de R$ 200 mil depositados em contas bancárias vinculadas a uma empresa investigada. Segundo o Departamento Estadual de Operações Especiais, há fortes indícios de que o estabelecimento funcionava como uma empresa de fachada para dar aparência de legalidade ao dinheiro obtido por meio de extorsões e agiotagem.

A polícia identificou e bloqueou 11 veículos do grupo criminoso. São nove carros e duas motos avaliados em R$ 1 milhão. A frota de luxo da organização contava ainda com uma lancha, avaliada em R$ 400 mil. O último foragido foi preso em Vespasiano. A Polícia Civil agora concentra esforços no cumprimento das medidas judiciais.

*Com informações oficiais de pjf.

Mais notícias de Policial no portal RCWTV.

Leia também no portal RCWTV:

📲 Fique por dentro de tudo em Juiz de Fora e Região!

Receba notícias urgentes, trânsito, alertas policiais, vagas de emprego e utilidade pública no Canal Oficial da RCWTV no WhatsApp.

👉 Clique aqui para entrar no Canal Oficial da RCWTV

FONTE/CRÉDITOS: Fonte: pjf

Comentários

O autor do comentário é o único responsável pelo conteúdo publicado, inclusive nas esferas civil e penal. Este site não se responsabiliza pelas opiniões de terceiros. Ao comentar, você concorda com os Termos de Uso e Privacidade.
Geraldo Gomes

Publicado por:

Geraldo Gomes

Jornalista, fundador, diretor-presidente e editor-geral da RCWTV, portal de notícias de Juiz de Fora e da Zona da Mata. Começou na TVE, a TV pública de Juiz de Fora, como diretor de imagem, empreendeu com a Gospel Videos e Produções e transformou a...

Saiba Mais

Não possui uma conta?

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!
WhatsApp RCWTV
Envie sua mensagem, estaremos respondendo assim que possível ; )
Termos de Uso e Privacidade
Esse site utiliza cookies para melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar o acesso, entendemos que você concorda com nossos Termos de Uso e Privacidade.
Para mais informações, ACESSE NOSSOS TERMOS CLICANDO AQUI
PROSSEGUIR