O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (26), a “Operação Bankline”, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso especializado em fraudes eletrônicas. A ação resultou no cumprimento de 12 mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em diferentes estados do país. Segundo as investigações, o esquema causou prejuízo de quase R$ 500 mil a uma empresa de Governador Valadares e a uma instituição financeira.
Mandados foram cumpridos em cinco estados e no Distrito Federal
A operação ocorreu de forma simultânea nos estados de Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro, Pará e no Distrito Federal. As diligências foram realizadas em cidades como Goiânia, Senador Canedo e Planaltina de Goiás (GO); Parauapebas (PA); Planaltina (DF); Duque de Caxias e Queimados (RJ); além de municípios paulistas como São Paulo, Santos, Praia Grande, Itapetininga e Salto.
A ação é coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate aos Crimes Cibernéticos (Gaeciber), com apoio da 16ª Promotoria de Justiça de Governador Valadares.
Investigação aponta invasão de conta e movimentação irregular
De acordo com o MPMG, as investigações tiveram início após a invasão de uma conta bancária empresarial. Os criminosos teriam realizado o resgate indevido de um investimento no valor de R$ 800 mil, com o objetivo de gerar saldo disponível.
Na sequência, o grupo efetuou o pagamento de dez boletos bancários, totalizando quase R$ 500 mil em prejuízos. O setor de segurança da instituição financeira identificou acessos suspeitos realizados por dispositivos e conexões de internet não habituais, localizados em diferentes municípios.
Estrutura criminosa contava com núcleo tecnológico
As apurações indicam que o grupo possuía uma estrutura organizada, com divisão de funções. Um núcleo tecnológico era responsável por utilizar conhecimentos avançados para habilitar dispositivos e burlar os sistemas de segurança bancária.
Já o núcleo financeiro atuava na movimentação dos valores, distribuindo o dinheiro entre diversas contas de pessoas físicas e jurídicas, com o objetivo de dificultar o rastreamento pelas autoridades.
Materiais apreendidos serão analisados
Os materiais recolhidos durante o cumprimento dos mandados serão submetidos à perícia, com o objetivo de identificar novas provas e possíveis vítimas do esquema.
A operação contou ainda com o apoio das Diretorias de Inteligência da Polícia Militar e da Polícia Civil de Minas Gerais, além de unidades especializadas e órgãos de segurança dos estados envolvidos.
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