A ideia de criar a comunidade surgiu durante a participação de Edmara Viana da Silva, doutoranda em matemática computacional no ICMC-USP, em São Carlos, na 2ª edição do Programa de Mentoria para Mulheres nas Ciências, promovido pelas sociedades brasileiras de Matemática, Física e Química
Agência FAPESP – Transformar experiências individuais em uma rede coletiva de apoio foi a motivação para uma doutoranda da Universidade de São Paulo (USP) criar a comunidade Mulheres nas Exatas, em junho deste ano. A iniciativa busca ampliar e fortalecer a participação feminina nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM), promovendo o compartilhamento de oportunidades acadêmicas e profissionais, além da troca de experiências.
Aberta a estudantes, pesquisadoras, professoras e profissionais de todo o país, a comunidade já reúne mais de 150 integrantes, que se comunicam por meio do WhatsApp. A rede social foi escolhida como forma de democratizar o acesso para participantes de diferentes idades e localidades. Nos grupos, são compartilhadas oportunidades como bolsas de estudo, editais, eventos, cursos, programas de mentoria e outras informações de interesse para quem atua na área de exatas.
A ideia de criar a comunidade surgiu durante a participação de Edmara Viana da Silva, doutoranda em matemática computacional no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC) da USP, em São Carlos, na segunda edição do Programa de Mentoria para Mulheres nas Ciências, promovido pelas sociedades brasileiras de Matemática, Física e Química. O programa reuniu doutorandas, pós-doutorandas e pesquisadoras em início de carreira para atividades de mentoria, palestras e discussões sobre os desafios da presença feminina na ciência.
“Durante o programa, tive a oportunidade de conhecer pesquisadoras incríveis de diversas instituições e regiões do país e também iniciativas desenvolvidas por elas para incentivar a participação de meninas e mulheres nas ciências exatas. Nesse momento, percebi que existem inúmeras ações acontecendo em universidades e instituições brasileiras, mas muitas delas permanecem pouco conhecidas, até mesmo entre mulheres que atuam na área”, contou Silva à Assessoria de Comunicação do ICMC.
A iniciativa ainda está em fase de consolidação, mas novas atividades já estão sendo planejadas, entre elas palestras, rodas de conversa, grupos de estudo, clubes de leitura e capacitações voltadas ao fortalecimento de meninas e mulheres nas ciências exatas. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para o e-mail: [email protected].
A participação na comunidade Mulheres nas Exatas é gratuita, por meio do link chat.whatsapp.com/JAtzc5JYMK2FmWnEYycfjd.

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