A Federação das Indústrias do Estado de
A manutenção do subsídio busca conter os efeitos da instabilidade internacional decorrente das recentes tensões geopolíticas no Oriente Médio. Para a federação, embora a intervenção garanta um respiro de curto prazo, o país precisa avançar em estratégias permanentes que ofereçam previsibilidade energética e fortaleçam a competitividade das indústrias em polos estratégicos como
Segundo dados da Gerência de Economia da FIEMG, os combustíveis exercem pressão direta sobre as cadeias industriais ao encarecer os custos logísticos, o transporte de mercadorias e a aquisição de derivados de petróleo utilizados como insumos fabris. A coordenadora do setor econômico da instituição, Juliana Gagliardi, reforça que a estabilização de preços é fundamental para a manutenção dos empregos e dos planos de investimento no estado.
Como alternativas de longo prazo, a entidade defende a estruturação de reservas estratégicas de combustíveis e o fortalecimento de uma política industrial focada no aumento da capacidade nacional de refino. De acordo com a análise técnica, a expansão do parque refinador reduzirá a dependência do mercado externo e protegerá o mercado interno contra choques inflacionários e conflitos internacionais.
• Posicionamento: Apoio temporário à prorrogação do subsídio à gasolina como alívio imediato
• Alerta técnico: Necessidade de medidas estruturais contra a volatilidade do petróleo no mercado internacional
• Propostas da FIEMG: Criação de reservas estratégicas e expansão da capacidade de refino nacional de petróleo
• Sectores mais afetados: Transportes, logística industrial e cadeias produtivas dependentes de derivados

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