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Terça-feira, 28 de Abril 2026
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Cuidador é preso por estelionato contra idosos e pacientes em BH

Investigado acessava dados bancários de vítimas vulneráveis e chegava a se passar por delegada para legitimar fraudes.

Talia Santana
Por Talia Santana
Cuidador é preso por estelionato contra idosos e pacientes em BH
PCMG / DIVULGAÇÃO
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A POLÍCIA CIVIL DE MINAS GERAIS desarticulou um esquema de estelionato que visava idosos e pacientes em hospitais de Belo Horizonte e Região Metropolitana. Um homem de 47 anos, que atuava como cuidador, foi preso preventivamente na Noite de 22/04, em Ribeirão das Neves. Ele é acusado de utilizar sua função para acessar documentos pessoais e biometrias das vítimas, realizando empréstimos consignados e movimentações financeiras fraudulentas. O prejuízo estimado apenas em um dos braços do esquema chega a R$ 25 mil.

Segundo as investigações, o suspeito também se passava por representante administrativo de unidades de saúde para extorquir familiares de pessoas que aguardavam cirurgias. Através de mensagens de aplicativo, ele solicitava pagamentos via Pix sob o pretexto de custear tratamentos emergenciais. Para dar veracidade aos golpes, o investigado utilizava identidades falsas e, em um caso específico, usou a foto de uma delegada da Polícia Civil para pressionar as vítimas. O delegado Alex Dalton, responsável pelo caso, destaca que o criminoso induzia idosos a realizar o reconhecimento facial em aplicativos bancários e do INSS para consolidar as fraudes.

Até o momento, quatro vítimas foram formalmente identificadas, mas as autoridades acreditam que o número de pessoas lesadas seja superior. O suspeito responderá por estelionato qualificado, falsidade ideológica e falsa identidade. A polícia reforça o alerta de que hospitais e instituições públicas não solicitam transferências financeiras por redes sociais. O inquérito segue em aberto para apurar a participação de cúmplices que auxiliavam na movimentação dos valores desviados.

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FAQ

Como o suspeito conseguia realizar empréstimos em nome dos idosos? Ele aproveitava a proximidade como cuidador para obter documentos e induzir as vítimas a fornecerem biometria facial em aplicativos de bancos e do INSS.

Qual era a estratégia usada para enganar familiares em hospitais? O homem se passava por gestor hospitalar e solicitava pagamentos imediatos para procedimentos médicos, fornecendo chaves Pix de contas de terceiros.

O que fazer para evitar cair em golpes semelhantes? A orientação é nunca realizar transferências via WhatsApp sem confirmar a identidade do favorecido e lembrar que hospitais não cobram valores por aplicativos de mensagem.

FONTE/CRÉDITOS: PCMG

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Talia Santana

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Talia Santana

Repórter na RCWTV – Rede de Canais Web. Focada em repassar informações de interesse público, de modo imparcial e acessível.

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