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Segundo as investigações, o suspeito também se passava por representante administrativo de unidades de saúde para extorquir familiares de pessoas que aguardavam cirurgias. Através de mensagens de aplicativo, ele solicitava pagamentos via Pix sob o pretexto de custear tratamentos emergenciais. Para dar veracidade aos golpes, o investigado utilizava identidades falsas e, em um caso específico, usou a foto de uma delegada da Polícia Civil para pressionar as vítimas. O delegado Alex Dalton, responsável pelo caso, destaca que o criminoso induzia idosos a realizar o reconhecimento facial em aplicativos bancários e do INSS para consolidar as fraudes.
Até o momento, quatro vítimas foram formalmente identificadas, mas as autoridades acreditam que o número de pessoas lesadas seja superior. O suspeito responderá por estelionato qualificado, falsidade ideológica e falsa identidade. A polícia reforça o alerta de que hospitais e instituições públicas não solicitam transferências financeiras por redes sociais. O inquérito segue em aberto para apurar a participação de cúmplices que auxiliavam na movimentação dos valores desviados.
FAQ
• Como o suspeito conseguia realizar empréstimos em nome dos idosos? Ele aproveitava a proximidade como cuidador para obter documentos e induzir as vítimas a fornecerem biometria facial em aplicativos de bancos e do INSS.
• Qual era a estratégia usada para enganar familiares em hospitais? O homem se passava por gestor hospitalar e solicitava pagamentos imediatos para procedimentos médicos, fornecendo chaves Pix de contas de terceiros.
• O que fazer para evitar cair em golpes semelhantes? A orientação é nunca realizar transferências via WhatsApp sem confirmar a identidade do favorecido e lembrar que hospitais não cobram valores por aplicativos de mensagem.
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