Em Barroso, nesta quarta-feira, 21, por volta de 16h20min, compareceu ao 2° Pelotão PM uma jovem de 26 anos, funcionária de um petshop, cujo objetivo era realizar a entrega de um saco de 15 kg de ração canina que militares de nome Tenente Cerqueira, Sgt Nogueira e Sd Santos teriam solicitado via telefone.
Fato chamou a atenção do militar relator, uma vez que tais militares são desconhecidos, inexistentes na fração. A solicitante relatou que os supostos militares fizeram contato telefônico através de número privado solicitando a entrega da ração e que a funcionária realizasse uma recarga de telefone em dois números de celulares diferentes, no valor de R$50,00 cada, o que foi feito, e que no momento da entrega da compra, no Pelotão PM, a ração e as recargas telefônicas seriam quitadas e o dinheiro já se encontrava separado.
Passado algum tempo, compareceu ao Pelotão, um senhor de 59 anos, proprietário de uma empresa de materiais de construção com uma entrega de materiais no valor aproximado de R$ 1.000,00 encomendados pelos mesmos falsos militares acima citados.
O proprietário da loja de materiais de construções relatou o mesmo contexto citado pela primeira vítima, porém por haver um contato mais próximo com a Polícia Militar de Barroso desconfiou da ligação e perguntou ao suposto militar a localização do quartel, gerando dúvida no golpista, não sabendo explicar a sua localização.
A vítima desconfiou da situação, não realizando a recarga, preferindo levar a encomenda solicitada e verificar o fato junto a equipe policial na sede da fração. Relatou ainda que o suposto Tenente repassou uma codificação (numeração) que teria que ser dita ao militar que o atendesse na unidade para a concretização da entrega dos materiais adquiridos.
Às vítimas foram foi exposto a inexistência de tais militares e de qualquer aquisição de ração canina ou materiais de
construção, e que a compra só é possível via processo de licitação e que o fato tratava de um golpe.
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