O Tupynambás anunciou oficiamente a venda de 85% da sede do Poço Rico, e a COMPRA DO IMÓVEL QUE SERÁ TRANSFORMADO EM CT NA 040. O programa Segunda de Visão apurou que a Rede Assaí vai montar uma unidade no local vendido.
Às vésperas de completar 111 anos de fundação ( 15 de agosto de 1911) a diretoria do Tupynambás anunciou OFICIALMENTE a venda de 85% da sede do Leão no Bairro Poço Rico. As negociações vinham se arrastando há alguns meses, em função de pendências de documentos e acertos da área negociada.
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Praticamente com todas as demandas impeditivas resolvidas, as partes bateram o martelo. Dos 21.945m2 da área do clube, o Tupynambás ficará com 3mil m2 onde vai construir duas piscinas, salão de festas, sauna, academia de ginástica, e três lojas para aluguel.
O clube ainda anunciou oficialmente a compra do imóvel de 726 mil m2, nas margens da BR 040, no sentido BH, na zona norte de Juiz de Fora, onde será construído o CENTRO DE TREINAMENTOS. No local já existe uma boa área construída que será adaptada. O projeto prevê a construção de até 3 campos de treinamento, alojamento amplo para os atletas, restaurante, enfim, uma estrutura ampla onde o clube poderá ainda utilizar o restante do terreno para futuros projetos. A ideia da diretoria é disponibilizar o CT para a próxima temporada.
Segundo apurou o PROGRAMA SEGUNDA DE VISÃO, a partir desta quinta-feira, terá início a medição e marcação do terreno no Poço Rico onde será construída uma unidade de atacado e varejo. A previsão de inauguração do Assaí já é para o mês de dezembro deste ano.
Durante os trâmites para liberação da documentação do Poço Rico, a diretoria do Tupynambás tomou conhecimento que o terreno da antiga Toca do Leão, no bairro Lingares, de 100mil m2, ainda está no nome do clube. Não há nenhum registro de venda documentado nos órgãos municipais. Portanto, o clube vai buscar as informações para decidir qual decisão irá tomar.
José Eduardo Araújo Dos Santos, Luiz Fernando Sirimarco, Ricardo Ribeiro, Marcelo Juliani, Alvaro Quelhas, Nelson Junior,Tupynambás FC, Tupynambás da depressão,
FONTE/CRÉDITOS: Segunda de Visão
